Fonte: Curso de Teologia (Padre João Batista Reus S.J)
Tudo que me Acontece é para Meu Bem! (Rm 8,28)
𝐃𝐞𝐮𝐬 𝐧ã𝐨 é 𝐏𝐚𝐢? (Mt 7,11) E 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐢 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐣𝐚 𝐦𝐚𝐥 𝐚 𝐬𝐞𝐮 𝐟𝐢𝐥𝐡𝐨?
“Se vós, que sois maus, disse Nosso Senhor, se vosso filho pede um pão lhe dais pedra, ou, se quer um peixe, lhe dais um escorpião?” (Lc 11,11-12)
Quanto mais vosso Pai que está nos Céus! (Mt 7,11)
E essas graças, esses golpes doloridos e reveses da fortuna e calamidades, é tudo, tudo para nosso bem! (Rm 8,28)
𝐍e𝐦 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐛𝐞𝐦 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨𝐫𝐚𝐥, 𝐦𝐚𝐬 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐛𝐞𝐦 𝐞𝐭𝐞𝐫𝐧𝐨! (2Cor 4,17-18) Podemos dizer, cheios de confiança, e resignados, em todos os sofrimentos: Tudo que me acontece é para meu bem! (Tg 1,2-4) 𝐀 𝐃𝐢𝐯𝐢𝐧𝐚 𝐏𝐫𝐨𝐯𝐢𝐝ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐯𝐞𝐥𝐚 𝐩𝐨𝐫 𝐧ó𝐬. (1Pd 5,7)
Deus é Eterno e Misericordioso. (Sl 102,17) [𝐒𝐞𝐧𝐝𝐨] 𝐄𝐭𝐞𝐫𝐧𝐨, 𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐫𝐞𝐳𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚𝐬 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨𝐫𝐚𝐢𝐬 𝐞 𝐧ã𝐨 𝐧𝐨𝐬 𝐞𝐬𝐪𝐮𝐞ç𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐛𝐞𝐧𝐬 𝐞𝐭𝐞𝐫𝐧𝐨𝐬. (Cl 3,1-2) [Sendo] Misericordioso, inclina-se até a fragilidade, a miséria de nossa vida, para nos socorrer, (Sl 102,13-14) não caindo um fio de cabelo de nossas cabeças sem a Sua Vontade Divina. (Lc 12,7)
Um piedoso fidalgo, conta o 𝐏𝐞. 𝐇𝐮𝐠𝐮𝐞𝐭 (1), tinha o costume de dizer sempre, em todos os acontecimentos da vida:
“𝐓𝐮𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐜𝐞 é 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐦𝐞𝐮 𝐛𝐞𝐦!” (Jó 1,21)
Um dia, no momento de embarcar em viagem para a Inglaterra, caiu e fraturou as pernas. Não deixou de exclamar:
“Tudo que me acontece é para meu bem” (Sl 39,2)
Os amigos, admirados dessa linguagem, disseram-lhe:
“Então será para teu bem quebrarem-se as duas pernas, além de ficar prejudicada a tua viagem de negócios sérios e importantes?”
– “Sim, replicou ele, 𝐃𝐞𝐮𝐬 𝐬𝐚𝐛𝐞 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐟𝐚𝐳! (Is 55,8-9) Creio que tudo aconteceu para meu bem” (Gn 50,20)
Poucos dias depois se soube que 𝐧𝐚𝐮𝐟𝐫𝐚𝐠𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐧𝐚𝐯𝐢𝐨 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐩𝐢𝐞𝐝𝐨𝐬𝐨 𝐟𝐢𝐝𝐚𝐥𝐠𝐨 𝐝𝐞𝐯𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐯𝐢𝐚𝐣𝐚𝐫. (Sl 120,7-8)
- Mons. Brandão, Ascânio. 𝘉𝘳𝘦𝘷𝘪á𝘳𝘪𝘰 𝘥𝘢 𝘊𝘰𝘯𝘧𝘪𝘢𝘯ç𝘢: Pensamentos para cada dia do ano. Oficinas Gráficas “Ave-Maria”, 1936, p. 50
Referências: (1) Huguet – La perfection Chrétienne en exemples, S. C. V.
É justamente por Deus ser Pai que Ele é Bom, dando-nos uma 𝕔𝕒𝕤𝕒 (a Santa Igreja Católica), uma 𝐌ã𝐞 (a Santíssima Virgem Maria), 𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐦𝐞𝐧𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐞 𝐯𝐢𝐜á𝐫𝐢𝐨𝐬 (o padre, o bispo e, principalmente, o Papa), 𝐢𝐫𝐦ã𝐨𝐬 (sendo Cristo o maior), 𝐩ã𝐨 (a Divina Eucaristia) e 𝐥𝐞𝐢 (a Fé e a Moral infalíveis).
Se o 𝐩𝐫𝐨𝐟𝐞𝐬𝐬𝐨𝐫𝐚𝐝𝐨 é a profissão por excelência, a maior e a mais nobre e necessária das profissões, 𝐩𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐠𝐞𝐫𝐚 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬, 𝐃𝐞𝐮𝐬 𝐧ã𝐨 𝐬𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐭ã𝐨 𝐛𝐨𝐦 𝐞 𝐧𝐞𝐦 𝐚 𝐁𝐨𝐧𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐩𝐨𝐫 𝐞𝐱𝐜𝐞𝐥ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐬𝐞, 𝐚𝐥é𝐦 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐝𝐞𝐫 𝐛𝐞𝐧𝐞𝐟í𝐜𝐢𝐨𝐬, 𝐧ã𝐨 𝐧𝐨𝐬 𝐭𝐨𝐫𝐧𝐚𝐬𝐬𝐞 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐧𝐬 𝐛𝐨𝐧𝐬. As mais das vezes, 𝐬ó 𝐧𝐨𝐬 𝐭𝐨𝐫𝐧𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐜𝐫𝐢𝐬𝐭ã𝐨𝐬 𝐦𝐞𝐥𝐡𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐬𝐨𝐛 𝐨 𝐚𝐦𝐚𝐫𝐠𝐨 𝐬𝐚𝐛𝐨𝐫 𝐝𝐨𝐬 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐬𝐞𝐬 𝐞 𝐨 𝐝𝐨𝐥𝐨𝐫𝐨𝐬𝐨 𝐩𝐞𝐬𝐨 𝐝𝐨 𝐬𝐨𝐟𝐫𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞 𝐝𝐚 𝐩𝐫𝐢𝐯𝐚çã𝐨.
Um bom 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐞𝐧𝐞𝐢𝐫𝐨, em grau de excelência, não é apenas aquele que faz bons móveis de madeira, mas 𝐚𝐪𝐮𝐞𝐥𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐟𝐚𝐳 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨 𝐛𝐨𝐦 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐞𝐧𝐞𝐢𝐫𝐨.
Um bom 𝐩𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐨 não é aquele que somente faz bons pães e bolos, mas também aquele que faz outro bom 𝐩𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐨.
Deus, sendo a Bondade em 3 Pessoas, 𝐧ã𝐨 𝐬𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐠𝐞 𝐛𝐞𝐦, como também faz com que as criaturas dotadas de inteligência e vontade livre sejam 𝐛𝐨𝐧𝐬 𝐚𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬, 𝐩𝐫𝐚𝐭𝐢𝐜𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐛𝐨𝐧𝐝𝐚𝐝𝐞.
Em suma, Deus é bom de uma forma excelente (em máximo grau de bondade), o que implica que Ele não apenas age bem como ainda cria agentes do bem. E nisso está a razão para que o mesmo Deus nos inflija 𝐠𝐨𝐥𝐩𝐞𝐬 e negue muito dos bens 𝐫𝐞𝐥𝐚𝐭𝐢𝐯𝐨𝐬 que imploramos, em vista do gozo do Bem 𝐚𝐛𝐬𝐨𝐥𝐮𝐭𝐨.
É cômodo pedir a Deus 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚𝐬 𝐛𝐨𝐚𝐬 quando, antes, deveríamos impetrar-lhe a graça de 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐞𝐫𝐭𝐞𝐫-𝐧𝐨𝐬 𝐞𝐦 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐬 𝐛𝐨𝐚𝐬.
Fonte: João Christian Franco
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Primeiro, porque Deus a 𝐩𝐞𝐫𝐦𝐢𝐭𝐢𝐮, e tudo que Deus permite, estejamos bem certos disto, é para nosso 𝐛𝐞𝐦 (cf. Rm 8,28). Depois, como a saúde, a doença é também um 𝐝𝐨𝐦 de Deus (cf. Sb 11,25-26; Jo 3,27). Nosso Senhor nô-la dá para:
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1) 𝐏𝐫𝐨𝐯𝐚𝐫 nossa virtude e 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐢𝐠𝐢𝐫-𝐧𝐨𝐬 de nossos defeitos (cf. Dt 8,2; Hb 12,5-11);
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2) Mostrar-nos a nossa 𝐟𝐫𝐚𝐪𝐮𝐞𝐳𝐚 e os desabusar (cf. 2Cor 12,7-10; Sl 38,4-5);
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3) Desapegar-nos do 𝐚𝐦𝐨𝐫 à𝐬 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐞𝐧𝐚𝐬 e dos 𝐩𝐫𝐚𝐳𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐬𝐞𝐧𝐬𝐮𝐚𝐢𝐬 (cf. Cl 3,1-3; 1Jo 2,15-17);
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4) Amortecer o 𝐚𝐫𝐝𝐨𝐫 𝐢𝐦𝐩𝐞𝐭𝐮𝐨𝐬𝐨 e diminuir as 𝐟𝐨𝐫ç𝐚𝐬 𝐝𝐚 𝐜𝐚𝐫𝐧𝐞, nosso grande inimigo (cf. Gl 5,16-17.24; Rm 8,12-13);
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5) Nos lembrar que estamos aqui no 𝐞𝐱í𝐥𝐢𝐨 e que o Céu é a nossa 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐩á𝐭𝐫𝐢𝐚 (cf. Fl 3,20; Hb 13,14; 1Pd 2,11);
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6) Dar-nos, enfim, todas as 𝐯𝐚𝐧𝐭𝐚𝐠𝐞𝐧𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐥𝐡𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐯𝐚çã𝐨, quando se aceita com 𝐠𝐫𝐚𝐭𝐢𝐝ã𝐨, como um favor especial (cf. Tg 1,12; 1Pd 1,6-7; Cl 1,24) (1).
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Quantas vantagens! E ainda há quem pergunte, com desespero (cf. Sl 21,2; Jó 3,11-12):
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“Por que a doença, meu Deus? Por que sofrer?” (cf. Sl 9,10; Lm 3,31-33).
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“Bem santificada”, escreve o Pe. Saint Jure, “𝐚 𝐝𝐨𝐞𝐧ç𝐚 é 𝐮𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐩𝐫𝐞𝐜𝐢𝐨𝐬𝐨𝐬 𝐝𝐚 𝐯𝐢𝐝𝐚. Muitas vezes, num dia de doença, suportada como é preciso, adiantamos mais na 𝐯𝐢𝐫𝐭𝐮𝐝𝐞 (cf. Rm 5,3-5), pagamos mais à justiça Divina pelos nossos 𝐩𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨𝐬 passados (cf. Sl 50,4-6; Mq 7,9), juntamos mais 𝐭𝐞𝐬𝐨𝐮𝐫𝐨𝐬 para o Céu (cf. Mt 6,19-21), tornamo-nos mais 𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝á𝐯𝐞𝐢𝐬 𝐚 𝐃𝐞𝐮𝐬 (cf. Sb 3,5-6) e Lhe damos mais 𝐠𝐥ó𝐫𝐢𝐚 (cf. Jo 9,3; 1Cor 10,31) do que numa semana ou num mês de saúde.” (2)
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E ainda perguntais (cf. Is 45,9):
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“Por que a doença?” (cf. Jó 40,2).
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- Mons. Brandão, Ascânio. 𝘉𝘳𝘦𝘷𝘪á𝘳𝘪𝘰 𝘥𝘢 𝘊𝘰𝘯𝘧𝘪𝘢𝘯ç𝘢: Pensamentos para cada dia do ano. Meditação para o dia 24 de janeiro. Oficinas Gráficas “Ave-Maria”, 1936, p. 33
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Referências:
(1) Pe. Rodrigues – Perf. Christ, 80. tact. c. XVI.
(2) Pe. Saint jure – Com. et. am. N. S. C. I – III – c. XXIV
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1. Pecados Capitais
Natureza: Não são atos específicos, mas atitudes ou inclinações que predispõem a cometer pecados.
Exemplos: Soberba, ganância, luxúria, raiva, gula, inveja e preguiça.
Consequência: São "raízes" de outros pecados; não necessariamente quebram o relacionamento com Deus, mas podem levar a pecados mais graves se não forem corrigidos.
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2. Pecados Veniais
Natureza: São pequenas faltas contra a lei de Deus.
Gravidade: Eles não quebram completamente o relacionamento com Deus, mas enfraquecem a graça e podem predispor o pecado mortal.
Exemplos: Mentiras pequenas, omissões no dever diário, distrações na oração.
Consequência: Enfraquecem a vida espiritual, mas não condenam a alma se não forem corrigidas.
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3. Pecados mortais
Natureza: São ofensas graves que rompem o relacionamento com Deus.
Gravidade: Para que um pecado seja mortal, ele tem que preencher três condições:
1. Matéria grave: Envolve um assunto sério (roubo significativo, satanismo, rejeição de Cristo Jesus, rejeição da doutrina católica, rejeição do plano de salvação, assassinato etc. ).
2. Pleno conhecimento: A pessoa deve saber que é pecado.
3. Consentimento total: Deve ser um ato livre e deliberado.
Exemplos: blasfêmia, homicídio, adultério, roubo grave.
Consequência: Se não se arrepender pela confissão, separa a alma de Deus e pode levar à condenação eterna.
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🥀Resumo prático:
Pecados capitais: São tendências que levam ao pecado.
Pecados veniais: São pequenas faltas que não quebram a amizade com Deus.
Pecados mortais: São ofensas graves que separam completamente de Deus.
Fonte: Carpe Diem et memento mortis 🥀(Facebook)
Engraçado, quem diria não é, o padre diz em latim a benção, evidentemente missa tridentina, o povo reunido decentemente vestido, em silêncio e sem tumulto e o milagre acontece.
E isto O Concílio Vaticano II não viu... O latim nunca incomodou o povo, nunca foi pedra de tropeço na fé, e a missa tridentina e os cânticos litúrgicos e populares religiosos na época estavam na boca e no coração das pessoas.
O latim exprimia de forma palmar a beleza e o encontro com o sagrado, as fórmulas do Rituale Romanum ditas pelo sacerdote de fé operavam milagres. E hoje, vemos o que nas missas, show, desrespeito e irreverência.
Coisas assim não vemos mais, parabéns aos que defendem o concílio com unhas e dentes...
Perdemos isto povo de Deus!