segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

𝐏𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐃𝐨𝐞𝐧ç𝐚?




 𝐏𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐃𝐨𝐞𝐧ç𝐚? – Assim como outras adversidades, sofrimentos e privações, a doença nos humilha beneficamente e nos confere o ensejo ou ocasião propícia à santificação, desde que a soframos com gratidão, fidelidade, amor e confiança em Deus (cf. Rm 8,17; Tg 1,2-4; 1Pd 4,13; 2Cor 4,16-17).

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Primeiro, porque Deus a 𝐩𝐞𝐫𝐦𝐢𝐭𝐢𝐮, e tudo que Deus permite, estejamos bem certos disto, é para nosso 𝐛𝐞𝐦 (cf. Rm 8,28). Depois, como a saúde, a doença é também um 𝐝𝐨𝐦 de Deus (cf. Sb 11,25-26; Jo 3,27). Nosso Senhor nô-la dá para:

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1) 𝐏𝐫𝐨𝐯𝐚𝐫 nossa virtude e 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐢𝐠𝐢𝐫-𝐧𝐨𝐬 de nossos defeitos (cf. Dt 8,2; Hb 12,5-11);

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2) Mostrar-nos a nossa 𝐟𝐫𝐚𝐪𝐮𝐞𝐳𝐚 e os desabusar (cf. 2Cor 12,7-10; Sl 38,4-5);

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3) Desapegar-nos do 𝐚𝐦𝐨𝐫 à𝐬 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐞𝐧𝐚𝐬 e dos 𝐩𝐫𝐚𝐳𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐬𝐞𝐧𝐬𝐮𝐚𝐢𝐬 (cf. Cl 3,1-3; 1Jo 2,15-17);

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4) Amortecer o 𝐚𝐫𝐝𝐨𝐫 𝐢𝐦𝐩𝐞𝐭𝐮𝐨𝐬𝐨 e diminuir as 𝐟𝐨𝐫ç𝐚𝐬 𝐝𝐚 𝐜𝐚𝐫𝐧𝐞, nosso grande inimigo (cf. Gl 5,16-17.24; Rm 8,12-13);

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5) Nos lembrar que estamos aqui no 𝐞𝐱í𝐥𝐢𝐨 e que o Céu é a nossa 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐩á𝐭𝐫𝐢𝐚 (cf. Fl 3,20; Hb 13,14; 1Pd 2,11);

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6) Dar-nos, enfim, todas as 𝐯𝐚𝐧𝐭𝐚𝐠𝐞𝐧𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐥𝐡𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐯𝐚çã𝐨, quando se aceita com 𝐠𝐫𝐚𝐭𝐢𝐝ã𝐨, como um favor especial (cf. Tg 1,12; 1Pd 1,6-7; Cl 1,24) (1).

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Quantas vantagens! E ainda há quem pergunte, com desespero (cf. Sl 21,2; Jó 3,11-12):

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“Por que a doença, meu Deus? Por que sofrer?” (cf. Sl 9,10; Lm 3,31-33).

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“Bem santificada”, escreve o Pe. Saint Jure, “𝐚 𝐝𝐨𝐞𝐧ç𝐚 é 𝐮𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐩𝐫𝐞𝐜𝐢𝐨𝐬𝐨𝐬 𝐝𝐚 𝐯𝐢𝐝𝐚. Muitas vezes, num dia de doença, suportada como é preciso, adiantamos mais na 𝐯𝐢𝐫𝐭𝐮𝐝𝐞 (cf. Rm 5,3-5), pagamos mais à justiça Divina pelos nossos 𝐩𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨𝐬 passados (cf. Sl 50,4-6; Mq 7,9), juntamos mais 𝐭𝐞𝐬𝐨𝐮𝐫𝐨𝐬 para o Céu (cf. Mt 6,19-21), tornamo-nos mais 𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝á𝐯𝐞𝐢𝐬 𝐚 𝐃𝐞𝐮𝐬 (cf. Sb 3,5-6) e Lhe damos mais 𝐠𝐥ó𝐫𝐢𝐚 (cf. Jo 9,3; 1Cor 10,31) do que numa semana ou num mês de saúde.” (2)

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E ainda perguntais (cf. Is 45,9):

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“Por que a doença?” (cf. Jó 40,2).

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- Mons. Brandão, Ascânio. 𝘉𝘳𝘦𝘷𝘪á𝘳𝘪𝘰 𝘥𝘢 𝘊𝘰𝘯𝘧𝘪𝘢𝘯ç𝘢: Pensamentos para cada dia do ano. Meditação para o dia 24 de janeiro. Oficinas Gráficas “Ave-Maria”, 1936, p. 33

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Referências:

(1) Pe. Rodrigues – Perf. Christ, 80. tact. c. XVI.

(2) Pe. Saint jure – Com. et. am. N. S. C. I – III – c. XXIV

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

sábado, 24 de janeiro de 2026

Pecados: Capitais, Veniais e Mortais


 Para ter em conta as diferenças entre pecados capitais, veniais e mortais estão na sua natureza, gravidade e consequências espirituais. Aqui está uma comparação clara:


1. Pecados Capitais

Natureza: Não são atos específicos, mas atitudes ou inclinações que predispõem a cometer pecados.

Exemplos: Soberba, ganância, luxúria, raiva, gula, inveja e preguiça.

Consequência: São "raízes" de outros pecados; não necessariamente quebram o relacionamento com Deus, mas podem levar a pecados mais graves se não forem corrigidos.

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2. Pecados Veniais

Natureza: São pequenas faltas contra a lei de Deus.

Gravidade: Eles não quebram completamente o relacionamento com Deus, mas enfraquecem a graça e podem predispor o pecado mortal.

Exemplos: Mentiras pequenas, omissões no dever diário, distrações na oração.

Consequência: Enfraquecem a vida espiritual, mas não condenam a alma se não forem corrigidas.

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3. Pecados mortais

Natureza: São ofensas graves que rompem o relacionamento com Deus.

Gravidade: Para que um pecado seja mortal, ele tem que preencher três condições:

1. Matéria grave: Envolve um assunto sério (roubo significativo, satanismo, rejeição de Cristo Jesus, rejeição da doutrina católica, rejeição do plano de salvação, assassinato etc. ).

2. Pleno conhecimento: A pessoa deve saber que é pecado.

3. Consentimento total: Deve ser um ato livre e deliberado.

Exemplos: blasfêmia, homicídio, adultério, roubo grave.

Consequência: Se não se arrepender pela confissão, separa a alma de Deus e pode levar à condenação eterna.

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🥀Resumo prático:

Pecados capitais: São tendências que levam ao pecado.

Pecados veniais: São pequenas faltas que não quebram a amizade com Deus.

Pecados mortais: São ofensas graves que separam completamente de Deus.


Fonte: Carpe Diem et memento mortis 🥀(Facebook)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Padre Antonio Ribeiro Pinto, o Milagreiro de Urucânia- MG




Engraçado, quem diria não é, o padre diz em latim a benção, evidentemente missa tridentina, o povo reunido decentemente vestido, em silêncio e sem tumulto e o milagre acontece. 

E isto O Concílio Vaticano II não viu... O latim nunca incomodou o povo, nunca foi pedra de tropeço na fé, e a missa tridentina e os cânticos litúrgicos e populares religiosos na época estavam na boca e no coração das pessoas. 

O latim exprimia de forma palmar a beleza e o encontro com o sagrado, as fórmulas do Rituale Romanum ditas pelo sacerdote de fé operavam milagres. E hoje, vemos o que nas missas, show, desrespeito e irreverência.
 Coisas assim não vemos mais, parabéns aos que defendem o concílio com unhas e dentes...

 Perdemos isto povo de Deus!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

QUÃO DOCE É A MORTE DOS JUSTOS


 QUÃO DOCE É A MORTE DOS JUSTOS


Numerosas são as vantagens que se dão na morte do justo, iremos enumerar as quatro principais:


1° O justo deixa seu corpo, que no pouco tempo que esteve com ele foi atormentado com com o julgo da concupiscência dia e noite, desde seu nascimento até o dia de sua morte.


2° O justo se despede do mundo, mundo esse que é seu inimigo jurado, abandona essa terra maldita cheia de perigos e escândalos.


3° Está livre de todos os bens da terra, que não são mais que correntes que arrastam os homens ao inferno.


4° Deixa essa vida miserável


Três coisas, diz São Bernardo, fazem com que a morte do justo seja preciosa, está livre de todo trabalho, livre de todo pecado e livre de todo perigo.


Tesouros de Cornélio à Lápide. Tomo III. Meditação N°43, Morte do Justo.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Padre Leandro Neves (sermão sobre os vícios)



 "Aqui está o grande problema, a razão pela qual as almas não progridem na virtude: porque só se preocupam com o pecado cometido ali, e se confessam e acham que já está resolvido, e as vezes aquilo que foi dito no confessionário é um ato causado por um vício. 

Então devemos tirar da nossa alma essa disposição, essa escravidão dos vícios, e assim nos libertamos do pecado."


- Padre Leandro Neves (sermão sobre os vícios).