sábado, 30 de abril de 2016

Você sabe quais são os 5 pecados contra o Imaculado Coração de Maria?




Todos os pecados ofendem a Deus.
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M
as além dos pecados que ofendem a Deus, tem os pecados que ofende diretamente o Imaculado Coração de Maria.
São eles:
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1-
 Negar a imaculada conceição da Virgem Maria, mãe de Deus.

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2-
 Negar a virgindade de Maria.

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3-
 Recusar Maria como nossa mãe (‘eis aí a TUA Mãe…’)

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4-
 Infundir no coração das pessoas e especialmente das crianças a indiferença, o desprezo e até o ódio contra Maria Santíssima.

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5-
 Ultrajar suas imagens.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Porque rezar pelas almas do Purgatório?



O purgatório é um lugar de sofrimentos em que as almas se purificam, solvendo suas dívidas, antes de serem admitidas no céu, onde só entrará quem for puro. Sua existência se baseia no testemunho da Sagrada Escritura e da Tradição. Vários Concílios o definiram como dogma; Santos Padres e Doutores da Igreja o atestam a uma voz. Há uma prisão da qual não se sairá senão quando tiver pago o último centavo. (Mal. 18).

A Igreja, querendo que não nos esqueçamos das almas, consagrou um dia inteiro todos os anos à oração pelos finados. Determinou que em todas as missas houvesse uma recomendação e um momento especial pelos mortos. Ela aprova, sustenta e estimula a caridade pelos falecidos.

Como são esquecidos os mortos! Exclamava Santo Agostinho! E no entanto acrescenta S. Francisco de Sales, em vida eles nos amavam tanto. Nos funerais: lágrimas, soluços, flores. Depois, um túmulo e o esquecimento. Morreu... acabou-se!

Se cremos na vida eterna, cremos no purgatório. E se cremos no purgatório, oremos pelos mortos. O purgatório é terrível e bem longo para algumas almas, por isso devemos rezar muito pelas almas, socorrendo as almas, praticando a caridade em toda sua extensão. A devoção as almas do purgatório diz São Francisco de Sales encerra todas as obras de misericórdia, cuja prática, elevada ao sobrenatural nos há de merecer o céu.

 A Santa Missa é o sacrifício de expiação por excelência. É a renovação do calvário, que salvou o gênero humano. A cada Missa, diz São Jerônimo, saem muitas almas do purgatório. Depois da Missa...

A Comunhão. A Eucaristia é um Sacramento de descanso e paz para os defuntos, diz Santo Ambrósio. E o mesmo afirmam São Cirilo e São João Crisóstomo. Procuremos fazer boas comunhões lembrando-nos que quanto melhor as fizermos tanto mais aliviaremos os mortos. O Papa Paulo V estimulou a prática das comunhões pelas almas padecentes. Temos também as indulgências que entregamos a Deus para solver as dívidas das almas.Recitemos pequenas jaculatórias indulgenciadas. É tão fácil repeti-las em toda hora.

É uma mina de ouro que está a nossa disposição. Nossas orações são um meio de ajudar a salvar almas do purgatório.

São João Damasceno diz que há muito testemunho encontrado na vida dos Santos que provou claramente as vantagens da oração que se fazem pelos defuntos. Nossos sofrimentos junto a prece tem uma eficácia extraordinária para obter de Deus todas as graças. Aliviemos as almas do purgatório', com tudo que nos mortifica. A Via Sacra é uma prática das mais ricas de piedade. O Rosário é a rainha das devoções indulgenciadas.

Santa Gertrudes afirmava que uma palavra dita do fundo do coração e animada de sólida devoção tem mais eficácia que grande número de orações, feitas com pouco fervor.
Mais uma forma de ajudar as almas é dar esmola ao pobre em sufrágio das almas benditas. As lágrimas que vossas esmolas enxugarem, o alívio que tiverdes dado aos que padecem fome, sede e frio, serão o alívio no purgatório para as almas sofredoras. É uma dupla caridade, socorrer os pobres por amor das almas. É dar duas vezes. Socorre os vivos e os mortos.

Fonte:http://www.derradeirasgracas.com/

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Citações interessantíssimas!



DISSE RONCALLI no discurso inaugural do Concílio:
“... amanheceu o dia tão ansiosamente esperado...” (p.21)

“No exercício do nosso ministério pastoral ferem nossos ouvidos sugestões de almas, ardorosas sem dúvida no zelo, mas não dotadas de grande sentido de discrição e moderação. Nos tempos atuais, elas não vêem senão prevaricações e ruínas; vão repetindo que a nossa época, em comparação com as passadas foi piorando;...” (p.24)

DISSE RONCALLI:
“Mas parece-nos que devemos discordar desses profetas da desgraça, que anunciam acontecimentos sempre infaustos, como se estivesse iminente o fim do mundo.” (p.24)

DISSE MONS. SIGAUD em carta a Roncalli em 1959:
“Vejo os princípios e o espírito da chamada Revolução penetrarem no Clero e no povo cristão, assim como outrora os princípios, a doutrina, o espírito e amor do paganismo difundiram-se na Sociedade Medieval provocando a pseudo-reforma. Muitos membros do Clero não se deram conta ainda dos erros da Revolução e a ela não sabem se opor. Outros eclesiásticos amam os princípios da Revolução como uma cousa ideal, difundem-nos, colaboram com eles e perseguem os seus adversários, caluniando e colocando obstáculos ao seu apostolado. Muitos pastores se calam. Outros ainda abraçaram os erros e o espírito da Revolução e a favorecem publicamente ou em segredo, como fizeram os bispos da época do Jansenismo. Quem acusa e impugna estes erros é perseguido pelos colegas e definido como “Integrista”. Dos seminários e da própria Cidade Santa retornam seminaristas imbuídos das idéias revolucionárias , definem-se eles como “maritainistas” e são “discípulos de Teilhard de Chardin”, “socialistas católicos”, “evolucionistas”. É raro que um sacerdote que impugna as idéias da Revolução seja elevado à dignidade episcopal; e também é freqüente que isto ocorra a quem as promove.”

DISSE RONCALLI no discurso inaugural:
“No presente momento histórico, a Providência está-nos levando para uma NOVA ORDEM de relações humanas, que, por OBRA DOS HOMENS e o mais das vezes para além do que eles esperam, se dirigem para o CUMPRIMENTO DE DESÍGNIOS SUPERIORES E INESPERADOS.” (p.24)


quarta-feira, 27 de abril de 2016

As sete obras de misericórdia espirituais




As sete obras de misericórdia espirituais:

1. Dar bom conselho aos que pecam.
2. Ensinar os ignorantes (a doutrina católica).
3. Aconselhar os que duvidam.
4. Consolar os tristes.
5. Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo.
6. Perdoar as injúrias por amor de Deus.
7. Rogar a Deus pelos vivos e pelos defuntos.

Fonte:
http://diario-de-um-catolico.blogspot.com.br/

terça-feira, 26 de abril de 2016

A inválida consagração do vinho invalida ou, no mínimo, projeta dúvida sobre a consagração do pão



Apêndice IV in Patrick Henry OMLOR, Questionando a Validade das
Missas que Usam o Novo Cânon com “Por Todos”
 [3.ª ed. ampl., 1969].
(5 de Maio de 1968)
Rev. Pe. Lawrence S. BREY (1927-2006)

1) INTRODUÇÃO. Mesmo se a Consagração do Vinho for inválida em razão de defeito de forma, e portanto a Missa inteira for inválida, sem embargo o sacerdote consagra verdadeiramente o pão numa Missa assim? Ainda que o vinho não venha a ser verdadeiramente consagrado, não teríamos ao menos Hóstias validamente consagradas, o verdadeiro Corpo Eucarístico de Cristo, contanto que a Consagração do Pão seja realizada fazendo uso da matéria e forma apropriadas? E, portanto, nosso povo não poderia ao menos ter a certeza de que recebe o verdadeiro Corpo e Sangue de Jesus na hora da Comunhão, numa Missa dessas?

A resposta a estas questões é um não com reservas, porque não há como ter certeza de que as hóstias são verdadeiramente consagradas; há, no mínimo, dúvida real e prática. De fato, alguns teólogos mantêm com certeza que, sob tais circunstâncias, o pão não é validamente consagrado.

2) NÃO HÁ SACRIFÍCIO SEM AMBAS AS CONSAGRAÇÕES. Em primeiro lugar, o sacramento do Corpo e do Sangue do Senhor nos foi dado única e exclusivamente dentro do contexto do sacrifício do Corpo e do Sangue de Cristo. “Toda vez que o sacrifício é oferecido, a consagração de ambas as espécies é necessária, segundo a Vontade e instituição de Cristo. Pois Cristo, na Última Ceia, consagrando cada uma das (ambas as) espécies, ordenou: ‘fazei isto em memória de Mim’ (Cf. I Cor. 11, 24-25) … (e) a noção mesma de sacrifício … exige a consagração de ambas as espécies.” (De EucharistiaNoldin-Schmitt, S.J., in: SUMMA THEOLOGIAE MORALIS, III. Innsbruck, 1940).

Pois a Consagração renova e celebra o Sacrifício da Cruz na medida em que a consagração de ambas as espécies separadamente produz a separação mística do Corpo e do Sangue de Cristo. “A consagração de ambas as espécies é exigida por Lei Divina para a essência do Sacrifício: sabemos disto pela própria Instituição (proferida) por Cristo, bem como pelo preceito e prática da Igreja, de modo que é necessária para que se tenha uma verdadeira representação do Sacrifício da Cruz.” (Brevior Synopsis Theologiae DogmaticaeTanquerey – Bord, Paris, 1952).

segunda-feira, 25 de abril de 2016

DOM ANTÔNIO DE CASTRO MAYER – 25 ANOS DE FALECIMENTO




DOM ANTÔNIO DE CASTRO MAYER

Dom Antônio de Castro Mayer, filho de João Mayer e de Francisca de Castro Mayer, nasceu aos 20 de junho de 1904, em Campinas, no Estado de São Paulo, Brasil. De família profundamente católica e numerosa (tinha 11 irmãos, dos quais duas religiosas), ainda não atingira a idade de 7 anos quando perdeu o pai, de origem alemã, da aldeia de Stettfeld na Baviera. Referindo-se a este dizia: De meu pai recebi o maior tesouro: a fé.
Com a idade de 12 anos, entra para o Seminário menor de Bom Jesus de Pirapora, dirigido pelos padres Premonstratenses. Em 1922, começa o Seminário Maior em São Paulo, e, por sua inteligência e bons resultados nos estudos, é enviado por Dom Duarte Leopoldo e Silva a Roma para completar seu curso eclesiástico na Universidade Gregoriana. No dia 30 de outubro de 1927, é ordenado sacerdote pelo Cardeal Basílio Pompilij, Vigário Geral de sua Santidade o Papa Pio XI. Pouco depois, recebe na Universidade Gregoriana o grau de doutor em teologia.
De volta ao Brasil, é nomeado professor do Seminário de São Paulo. Durante 13 anos, ensina Filosofia, História da Filosofia e Teologia Dogmática.
Em 1940, o Arcebispo de São Paulo, Dom José Gaspar de Affonseca e Silva, o nomeava assistente geral da Ação Católica, então em fase de organização.
Em 1941, é nomeado cônego catedrático do Cabido Metropolitano de São Paulo, com a dignidade de primeiro Tesoureiro. Pouco depois, torna-se Vigário Geral (1942).
Em 1945, é transferido para o cargo de Vigário Ecônomo da Paróquia de São José do Belém, ao mesmo tempo se ocupa das cátedras de Religião e Doutrina Social Católica, respectivamente na Faculdade Paulista de Direito e no Instituto Sedes Sapientiae, ambas escolas superiores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
A 6 de março de 1948, Sua Santidade o Papa Pio XII eleva Mons. Antônio de Casto Mayer a Bispo titular de Priene e Coadjutor, com direito a sucessão, do Arcebispo-Bispo de Campos, Dom Octaviano Pereira de Albuquerque. No dia 23 de maio do mesmo ano, o Núncio Apostólico do Brasil, Dom Carlo Chiarlo, oficia a cerimônia de sagração, tendo como assistentes: Dom Ernesto de Paulo, Bispo de Piracicaba e Dom Geraldo de Proença Sigaud, Bispo de Jacarezinho, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em São Paulo. Em virtude do falecimento de Dom Octaviano, em 3 de janeiro de 1949, Dom Antônio torna-se Bispo Diocesano dessa importante circunscrição eclesiástica do Estado do Rio.
Além das atividades de seu cargo, Dom Antônio leciona também, primeiro na Faculdade de Filosofia e, depois na Faculdade de Direito de Campos.
Após sua corajosa participação no Concílio, ele volta à sua Diocese onde mantém com firmeza a Tradição até sua demissão forçada, em 1981. Mesmo afastado, diante da implantação do progressismo na Diocese por parte do novo titular, sente-se no dever de apoiar e sustentar os padres que havia formado e une-se a Dom Lefebvre, com quem fará mais de um manifesto de resistência às inovações ou de advertência ao Papa, e sobretudo se fará presente em Ecône como Co-sagrante, nas sagrações de 30 de junho de 1988. Em dezembro deste mesmo ano, realiza uma ordenação sacerdotal, a última, antes de ser constrangido, pela debilitação de suas forças, a prosseguir o combate apenas pela oração e pelo sofrimento.

Suas grandes qualidades de pastor

Dom Antônio de Castro Mayer foi um dos bispos mais conhecidos na atualidade religiosa brasileira e, por isso mesmo, projetou-se além de nossas fronteiras, através de suas Pastorais, Instruções, circulares, traduzidas em vários idiomas. Como homem de governo, distinguiu-se pelo seu labor apostólico e pela sua firmeza. Por outro lado de temperamento afetuoso, de maneiras simples e corteses, sempre esteve disposto a ceder e a tudo conciliar, quando a conciliação não trazia inconveniente a não ser para ele. Caso contrário, seria capaz das mais irredutíveis intransigências, das mais intrépidas deliberações, das mais ousadas atitudes quando estava em jogo, direta ou indiretamente, um princípio doutrinal, uma questão que pudesse trazer prejuízo para o bem espiritual de seu rebanho ou para a honra da Santa Igreja. Homem verdadeiramente apostólico, sabia ser leão na defesa dos direitos de Deus e cordeiro ao sacrificar a cada instante seus mais legítimos interesses pessoais. É isto que explica a admiração e a afeição que ele suscitou em torno de si durante tantos anos de fecunda atividade pastoral.

sábado, 23 de abril de 2016

O Pai Nosso das almas do purgatório



O Pai Nosso das almas do purgatório
 Pedido por Jesus a Santa Mechtilde - século XIII


Um dia em que Santa Mechtilde havia acabado de comungar e oferecer a Deus a Hóstia Preciosíssima, a fim de que Ela servisse para a libertação das almas do Purgatório, com a remissão de seus pecados e a reparação de suas negligências, ouviu o Senhor dizer-lhe:

“Reze por elas um Pai Nosso em união com a intenção que eu tive, ao tirá-lo do Meu Coração, a fim de ensiná-lo aos homens”. 

Ao mesmo tempo, a inspiração Divina desvendou à Santa as intenções (cuja fórmula sucinta está neste folheto).

E quando Santa Mechtilde acabou de rezar o Pai Nosso nessas intenções, ela viu uma grande multidão de almas, rendendo graças a Deus pela sua libertação do Purgatório, numa alegria extrema. A cada vez que a Santa rezava essa oração, via uma legião de almas subindo para o Céu.

Socorramos as pobres almas do Purgatório, que nada podem para si mesmas, a não ser sofrer, esperando pelos nossos sufrágios, rezar por nós e serem gratas.

O PAI NOSSO:

PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU... Eu vo-lo peço, ó Pai Eterno, que perdoeis às almas do Purgatório por não Vos terem amado, nem rendido toda a honra que Vos é devida a Vós, seu Senhor e Pai, que só por pura graça as adotastes como filhas. E elas, no entanto, por causa de seus peca-dos, Vos expulsaram de seu coração onde desejáveis sempre habitar. Em reparação desses pecados por elas cometidos, eu Vos ofereço todo o amor e toda a veneração que o Vosso Filho feito Homem Vos teste-munhou ao longo de toda a Sua vida ter-restre, e eu Vos ofereço todas as ações de penitência e de satisfação pelas quais Ele apagou e expiou os pecados dos homens.

SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME...
 Eu Vos suplico, ó Eterno PAI, que perdoeis às almas do Purgatório, por não terem honrado dignamente o Vosso Santo Nome, por terem-No pronunciado freqüentemente em vão e terem-se torna-do, pela sua vida de pecado, indignas do nome de cristão. Em reparação desses pe-cados por elas cometidos, eu Vos ofereço toda a honra que o Vosso Filho bem-amado rendeu ao Vosso Nome, por Suas palavras e obras, ao longo de toda a Sua vida terrestre.

VENHA A NÓS O VOSSO REINO...
 Eu Vos rogo, ó Eterno PAI, perdoar as almas do Purgatório, por não terem sempre pro-curado nem desejado o Vosso Reino com bastante zelo, este Reino que é o único lugar onde reinam o verdadeiro repouso e a eterna PAZ. Em reparação desta indife-rença em praticar o bem, eu Vos ofereço o Santíssimo desejo com o qual o Vosso Filho desejou que, também elas, fossem as herdeiras do Seu REINO.

SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU... Eu Vos rogo, ó Eterno PAI, que perdoeis às almas do Purgatório por não terem submetido a sua vontade própria à Vossa, nem terem procurado fazer a Vossa Von-tade acima de todas as coisas. Em repara-ção dessa desobediência, eu Vos ofereço a perfeita conformidade do Coração pleno de Amor do Vosso Divino Filho, com a Vossa Santa Vontade, e a submissão que Vos testemunhou, obedecendo-Vos até à morte de cruz.

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE...
 Eu Vos rogo ó Eterno PAI, perdoar às almas do Purgatório por não terem recebido a SAGRADA COMUNHÃO com bastante desejo, por terem-Na freqüentemente recebido sem recolhimento e sem amor, até mesmo in-dignamente, e ainda terem negligenciado em recebê-La. Em reparação de todos es-ses pecados, eu Vos ofereço a iminente Santidade e o grande Recolhimento de Nosso Senhor JESUS CRISTO, assim como o ardente AMOR com que Ele nos fez este incomparável Dom. (Eu Vos rogo ainda por aquelas almas que comungaram sem fé, sem gesto de adoração, não cui-dando das migalhas da Hóstia, com roupas indecentes ou até provocadoras, sem terem se confessado, com pecados mortais. Eu Vos rogo, igualmente, pelas almas dos protestantes que rejeitaram este Augusto Sacramento, e agora o lamentam no meio das chamas. Compadecei-Vos delas, suscitando em mim, em seu lugar, a Fome Eucarística.)

PERDOAI AS NOSSAS DÍVIDAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A NOSSOS DEVEDORES... Eu Vos rogo, ó Eterno Pai, perdoar às almas do Purgatório, de terem se tornado culpa-das, sucumbindo aos pecados mortais e por não terem querido nem amar nem perdoar a seus inimigos. Em reparação desses pe-cados, eu Vos ofereço a oração cheia de amor que, na cruz, o Vosso Divino Filho Vos dirigiu em favor de Seus inimigos.

NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO... Eu Vos rogo, ó Eterno Pai, perdoar as almas do Purgatório, por não terem freqüentemente resistido às tentações e às paixões e seguido o inimigo de todo o Bem, e de terem-se abandonado àsconcupiscências da carne. Em reparação de todos estes pecados em suas múltiplas formas dos quais se tornaram culpadas, eu Vos ofereço a gloriosa Vitória que Nosso Senhor Jesus Cristo obteve sobre o mundo, assim como a Sua Santíssima Vida, Seu trabalho e Suas penas, Seu sofrimento e morte crudelíssima.

MAS LIVRAI-NOS DO MAL
 e de todos os castigos, em virtude dos méritos de Vosso Filho bem-amado, e conduzi-nos, assim como as almas do Purgatório, ao Vosso Reino de Glória que sois Vós mesmo. AMÉM!