sábado, 19 de maio de 2018

O dia que uma criança de 4 anos recebeu a comunhão das mãos do Papa São Pio X


Uma dama inglesa que teve uma audiência privada com o Papa Pio X levou seu pequeno filho de quatro anos para receber sua bênção.
Enquanto ela conversava, seu filho contemplava-os a uma pequena distância. Logo, ele engatinhou até o Papa, que se curvou e olhou para sua face.
– Qual a idade dele? – perguntou Pio, acariciando a criança.
– Ele tem quatro anos – respondeu a mãe – e daqui a dois ou três anos, ele fará sua primeira comunhão.
O Papa perguntou, olhando seriamente para os olhos claros da criança:
– Quem recebes na sagrada comunhão?
– Jesus Cristo! – Respondeu a criança com firmeza.
– E quem é Jesus Cristo?
– Jesus Cristo é Deus! – Respondeu o garoto com a mesma rapidez.
– Traga-me ele amanhã – disse o Papa para sua mãe – e eu mesmo lhe darei a sagrada comunhão.

(Do livro: A VIDA DE SÃO PIO X, F.A. FORBES)

sexta-feira, 18 de maio de 2018

A solução sedevacantista e suas rivais


Padre Hugon O.P. disse sobre a famosa controvérsia entre tomismo vs. molinismo: “Cada sistema está sujeito a dificuldades; de fato, a exclusão do mistério nesta matéria seria sinal de erro”. Ele então assinala que a obscuridade do tomismo não surge de seus princípios, mas antes da fraqueza do intelecto humano em compreender como certos princípios são reconciliados em Deus.

terça-feira, 15 de maio de 2018

S. Excia. Revma. Mons. Daniel Dolan: frutos de uma obra católica.

S. Excia Revma. Mons. Daniel DolanMons. Sanbörn, Mons. Dolan e sacerdotes, entre eles o Padre Cekada

Mons. Daniel Dolan nasceu em 1951 em Detroit, Michigan. O mesmo iniciou sua preparação para o sacerdócio em 1965, no Seminário Menor da Arquidiocese de Detroit e continuou os seus estudos na Ordem Cirterciense e no Seminário da FSSPX em Ecône, Suíça, sendo então ordenado por Mons. Marcel Lefebvre, em Junho de 1976. Em 1977, Padre Dolan retornou para os Estados Unidos e fundou 35 centros para a Missa Tradicional.
Em 1983, Mons. Lefebvre mudou de postura em relação ao pontificado de João XXIII e às suas subseqüentes reformas na liturgia, pois até então o missal utilizado era o anterior. Mons. Dolan, juntamente com mais nove sacerdotes, não podia, evidentemente, aceitar tais mudanças. Ele também não podia crer, como cria Mons. Lefebvre, na possível validade das novas ordenações do Pontifical Romano operadas desde 1968. Por estes motivos, que demonstravam o quanto Mons. Lefebvre estava influenciado pelos modernistas, padre Dolan e os demais sacerdotes romperam com a FSSPX.

Padre Dolan continuou a desenvolver seus trabalhos missionários numa grande Igreja em Cincinati, Ohio. Em 1989 ele iniciou os contatos com a Congregação de Maria Imaculada(CMRI). Em 1991, Mons. Moisés Carmona (Fraternidade Sacerdotal Trento), respeitado professor do Seminário de Acapulco, consagrado em 1981 por Mons. Pedro Thuc, sagrou a Mons. Mark Pivarunas.

Em 30 de novembro de 1993, na Igreja de Santa Gertrudes, Mons. Daniel Dolan foi sagrado bispo da Santa Igreja Católica Apostólica Romana por S. Excia Revma. Mons. Mark Pivarunas. Na ocasião toda a solenidade do Pontifical Romano foi observada. Setenta sacerdotes dos Estados Unidos, México e Canadá participaram da cerimônia e católicos de várias partes do país acorreram à mesma.



Mons. Dolan desde então vem prosseguindo o apostolado na Igreja de Santa Gertrudes e em diversas organizações tradicionalistas no México, França, Bélgica e Itália. Em 1995 ele fundou o Seminário da Santíssima Trindade em Detroit, Michigan e desde então tem ordenado diversos sacerdotes para a Santa Igreja militante.


Estes são os seus sites principais:






Fonte: Coetus Fidelium 

quinta-feira, 26 de abril de 2018

FRANCISCO, O ABORTEIRO DA FÉ


Alguém pode perguntar: mas quem determina se ele é ou não é o papa?

A resposta é muito simples: as mesmas pessoas que "determinaram" que a Missa Nova é má e que os ensinamentos do Vaticano II são não católicos - ou seja, você e eu, meu caro tradicionalista.

Assim como não precisamos de um Concílio Geral para perceber essas coisas, da mesma forma não precisamos de um Concílio Geral para determinar essa questão também.

Qual católico tradicional esperaria por um veredito para determinar se um aborteiro é um assassino ou não? Nenhum, porque é evidente para todos que o aborteiro viola abertamente um mandamento. Ele comete o pecado de assassinato e nós não hesitamos em dizê-lo, ainda que nenhum tribunal o tenha sentenciado. Assim também acontece com o herege público: ele aborta um artigo do Credo. Ele nega abertamente a regra da fé. Ele comete o pecado de heresia.

Nós, tradicionalistas, não precisamos hesitar em chamar um herege como tal - muito embora um Concílio não o tenha sentenciado -, da mesma forma que não hesitamos em chamar um aborteiro de assassino. Nem devemos hesitar em assinalar as consequências: um herege público não pode ser um verdadeiro papa. Ele depõe a si mesmo.

Alguém pode perguntar: mas quem determina se ele é ou não é o papa?

A resposta é muito simples: as mesmas pessoas que "determinaram" que a Missa Nova é má e que os ensinamentos do Vaticano II são não católicos - ou seja, você e eu, meu caro tradicionalista.

Assim como não precisamos de um Concílio Geral para perceber essas coisas, da mesma forma não precisamos de um Concílio Geral para determinar essa questão também.

Qual católico tradicional esperaria por um veredito para determinar se um aborteiro é um assassino ou não? Nenhum, porque é evidente para todos que o aborteiro viola abertamente um mandamento. Ele comete o pecado de assassinato e nós não hesitamos em dizê-lo, ainda que nenhum tribunal o tenha sentenciado. Assim também acontece com o herege público: ele aborta um artigo do Credo. Ele nega abertamente a regra da fé. Ele comete o pecado de heresia.

Nós, tradicionalistas, não precisamos hesitar em chamar um herege como tal - muito embora um Concílio não o tenha sentenciado -, da mesma forma que não hesitamos em chamar um aborteiro de assassino. Nem devemos hesitar em assinalar as consequências: um herege público não pode ser um verdadeiro papa. Ele depõe a si mesmo.

(by Diogo Rafael Moreira)

segunda-feira, 23 de abril de 2018

A Infalibilidade da Igreja Católica segundo Mons. Pivarunas


Tradução de trecho do sermão de 
Mons. Mark A. Pivarunas sobre a infalibilidade da Igreja Católica (com preciosas citações de Ludwig Ott e G. van Noort).
[…] Um estudo detalhado de uma das propriedades da Igreja Católica, sua infalibilidade, pode grandemente nos ajudar a reconhecer onde a Igreja Católica está hoje e onde ela não está.
Antes de considerar o atributo de infalibilidade, precisamos entender o que significa um atributo. Um atributo ou uma propriedade é aquilo que é inerente à coisa mesma, proveniente de sua própria natureza. Um excelente exemplo disto é a água. A água tem a propriedade de umidade. A umidade é inerente à própria natureza da água; é impossível separar a umidade da água. Do mesmo modo, dizemos que existem três atributos ou propriedades na Igreja Católica: infalibilidade, indefectibilidade e autoridade. Tais coisas são inerentes à própria natureza da Igreja Católica e não podem separar-se dela.

sexta-feira, 30 de março de 2018

Sexta-feira da Cruz de Nosso Senhor: Do amor do Filho de Deus

Sexta-feira da Cruz de Nosso Senhor: Do amor do Filho de Deus



6. Ó cristão, diz S. Cipriano, Deus está contente contigo, chegando até a morrer para conquistar teu amor, e tu não estarás contente com Deus, visto que amas outros objetos, fora de teu Senhor? (Ap. Cont.) Ah, meu amado Jesus, eu não quero ter outro amor que não seja por vós: estou satisfeito convosco: renuncio a todos os outros afetos, o vosso amor só me basta. Sinto que me dizeis: "Põe-me como selo sobre o teu coração" (Ct 8,6). Sim, meu Jesus crucificado, eu vos ponho e peço-vos que vos ponhais a vós mesmo como um selo sobre o meu coração, para que fique fechado a todo outro afeto que não tenda para vós. No passado eu vos desgostei com outros amores, mas presentemente não há pena que mais me aflija como a recordação de haver com os meus pecados perdido o vosso amor, e no futuro "quem me separará do amor de Jesus Cristo?"

Não, meu amabilíssimo Senhor, depois de me haverdes feito conhecer o amor que me tivestes, não quero mais viver sem vos amar. Eu vos amo, meu amor crucificado, eu vos amo de todo o meu coração e vos entrego esta alma tão procurada e amada por vós. Pelos merecimentos de vossa morte, que tão atrozmente separou vossa bendita alma de vosso corpo, desprendei-me de todo o amor que possa impedir-me de ser todo vosso e de amar-vos de todo o meu coração. Maria, minha esperança, ajudai-me a amar unicamente o vosso dulcíssimo Filho, de tal maneira que eu possa repetir sempre, no decorrer de minha vida: Meu amor foi crucificado. Amém.

Oração de S. Boaventura


Ó Jesus, que por mim não perdoastes a vós mesmo, imprimi em mim a vossa paixão, a fim de que em toda parte para onde me volte veja as vossas chagas e não encontre outro repouso que em vós e em meditar os vossos sofrimentos. Amém.
V. Senhor, não nos trateis segundo os nossos pecados.
R. Nem nos castigueis segundo as nossas iniquidades.
  • Para um Bom Católico a sexta-feira é dia de Penitência e dia de meditar sobre a paixão do Senhor!
  • Para os mundanos dia de ignorar o Senhor em sua Cruz e agonia.

Fonte: A Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo - Piedosas e edificantes meditações - sobre os sofrimentos de Jesus - Por Sto. Afonso Maria de Ligõrio - Traduzidas pelo Pe. José Lopes Ferreira, C.Ss.R. - VOLUME I

http://precantur.blogspot.com.br/2013/03/sexta-feira-da-cruz-de-nosso-senhor-do.html?m=1

terça-feira, 27 de março de 2018

São Roberto Belarmino apoia resistir ao Papa?


Nos debates entre os católicos tradicionais sobre a legitimidade dos papas pós-conciliares, a seguinte citação de São Roberto Belarmino é repetidamente reciclada:

"Assim como é lícito resistir ao Pontífice que agride o corpo, é também lícito resistir ao que agride as almas ou que perturba a ordem civil, ou, acima de tudo, que tenta destruir a Igreja. Digo que é lícito resistir-lhe, não fazendo o que ele ordena e impedindo que as suas ordens sejam executadas; não é lícito, porém, julgá-lo, castigá-lo ou depô-lo, porque estes actos competem a um superior."
 (De Romano Pontifice. II.29.)


       Alguns usam esta citação, tirada do longo tratado de Belarmino que defende o poder do papa, para condenar o "sedevacantismo" — a tese que sustenta que a hierarquia pós-conciliar, incluindo os papas pós-conciliares, perderam seus cargos ipso facto por [suas] heresias. Eu já havia visto isso sendo empregado desta maneira não menos que três vezes nos últimos quatro meses - uma vez no "The Remnant" (Edwin Faust, "Signa Temporum", 15 de abril de 1994, 8), uma vez no "The Catholic" (Michael Farrell, Carta ao Editor, "resposta simples para os Sedevacantistas", Abril de 1994, 10), e uma vez por um padre da Fraternidade São Pio X.