sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Aceitar a Cruz


NUNCA SE QUEIXE DAS CRIATURAS 

Nunca se queixe de qualquer pessoa ou coisa que Deus possa usar para afligi-lo. Há três tipos de queixas que nós podemos fazer em tempos de sofrimento. A primeira é a natural e espontânea, como quando o corpo geme e reclama, verte lágrimas e lamentos. Não há falha nisso, desde que, como eu disse, o coração esteja resignado ao desejo de Deus. O segundo tipo de queixa é aquele da mente, como quando nós reconhecemos nossas maldades a alguém que pode nos dar algum alívio, tal como um doutor ou um superior. Poderia haver alguma imperfeição nisso se nós estivéssemos também ávidos para contar nossos problemas, mas não há pecado nisso. O terceiro tipo é pecaminoso: quer dizer, quando nós criticamos nosso semelhante tanto para livrar-se de um mal que nos aflige ou nos vingarmos dele; ou quando nós nos queixamos deliberadamente do que nós sofremos com impaciência e resmungos.

ACEITE A CRUZ UNICAMENTE COM GRATIDÃO

Não importa quando você receber qualquer cruz, receba sempre com humildade e prazer. E quando Deus lhe favorece com uma cruz de alguma importância, mostre sua gratidão de um modo especial, peça a outros que façam o mesmo. Siga o exemplo da mulher pobre que havendo perdido tudo que ela tinha em um pleito injusto – com a única moeda que restava ofereceu para ter uma Missa em ação de graças pela boa fortuna.

CARREGAR ALGUMAS CRUZES VOLUNTÁRIAS

Se você quer se tornar merecedor dos melhores tipos de cruzes, isto é, aquelas que vêm até você sem escolher, então sob a direção de um diretor prudente, tome algumas delas por seu próprio consentimento. Por exemplo, suponha que você tenha uma peça de mobiliário que você seja apreciador, mas que não é de qualquer uso pra você. Você poderia distribuir a alguém que precisasse disso, dizendo para si, "Por que eu deveria ter coisas que não preciso quando Jesus é tão pobre?"

Ou se você tiver um desgosto por um certo tipo de comida, uma aversão a uma prática de alguma virtude particular, ou um desgosto por algum odor desagradável, poderia pegar a comida, praticar a virtude, aceitar o odor, e assim conquistar a si mesmo.

Ou novamente, sua ternura por uma certa pessoa ou coisa talvez seja repugnante. Por que não vê menos essa pessoa ou se mantém distante dessas coisas que lhes seduzem?

Se você tiver uma inclinação natural nunca se perca. Vocês têm uma aversão natural a certas pessoas ou coisas? Então as evite e as domine.

Se em verdade sois verdadeiros Amigos da Cruz, o amor, que é sempre engenhoso, fará vocês encontrarem milhares de pequenas cruzes para enriquecê-los. E vocês não precisarão ter qualquer medo de vanglória, que tão frequentemente corrompe a paciência que as pessoas exibem sobre cruzes espetaculares. E porque vocês têm sido fiéis nas coisas pequenas, o Senhor lhes estabelecerá um fardo maior, de acordo com Sua promessa. Isso quer dizer, fardos de maiores graças que Ele lhes proverá, das maiores cruzes que Ele lhes enviará, das maiores glórias que Ele lhes preparará. 

(São Luís Maria de Montfort)

Fonte: Diário de um Católico 

sábado, 16 de julho de 2016

A CRUZ DO CASAMENTO


Pense num mundo sem divórcio. Pense em famílias que não se separam. Pense na ausência de crianças machucadas ou corações dilacerados.

Traduzido do original por Rogério Schmitt.

O casamento é a vocação mais desafiadora que existe, e o divórcio está aumentando em toda parte. Mas há uma cidadezinha na Europa que é uma exceção – uma notável exceção – a esta estatística perturbadora.

Na cidade de Siroki-Brijeg, na Bósnia e Herzegovina, nenhum divórcio ou família separada jamais foi registrado entre os seus mais de 26 mil* habitantes! Qual seria o segredo do seu sucesso?

A resposta é a bela tradição matrimonial do povo croata de Siroki-Brijeg. Na verdade, a tradição croata de casamento está começando a chegar ao resto da Europa e aos Estados Unidos, especialmente entre católicos devotos que perceberam as bênçãos que ela confere!

O povo de Siroki-Brijeg sofreu cruelmente por séculos, pois a sua fé cristã sempre foi ameaçada, primeiro pelos turcos muçulmanos e depois pelos comunistas. Eles aprenderam, por experiência própria, que a fonte da salvação chega através da Cruz de Cristo! Ela não chega através da ajuda humanitária, dos tratados de paz ou dos planos de desarmamento – ainda que essas coisas possam trazer benefícios limitados.

Essas pessoas possuem uma sabedoria que não permite que elas sejam ludibriadas nas questões de vida e morte. É por isso que elas conectaram indissoluvelmente o casamento à Cruz de Cristo. Elas fundamentaram o casamento, que gera a vida humana, sobre a Cruz, que gera a vida divina.


Quando os noivos vão à igreja para se casar, carregam um Crucifixo com eles. O padre abençoa o Crucifixo e, em vez de dizer que os noivos encontraram o parceiro ideal com quem dividirão as suas vidas, ele diz: “Vocês encontraram a sua Cruz! É uma Cruz para ser amada, para ser carregada com vocês. Uma Cruz que não é para ser descartada, mas para ser guardada no coração”.

Quando o casal faz os votos matrimoniais, a noiva coloca a sua mão direita sobre o Crucifixo, e o noivo coloca a sua mão direita por cima da dela. Eles são unidos entre si e unidos à Cruz. O padre cobre as suas mãos com a estola, enquanto eles fazem as suas promessas de amar um ao outro na alegria e na tristeza, proclamando fielmente os seus votos de acordo com os ritos da Igreja.

Depois, os dois beijam primeiro a Cruz, e não um ao outro. Se um abandonar o outro, ele abandona o Cristo na Cruz. Eles perdem Jesus! Após a cerimônia, os recém-casados atravessam a porta de casa para entronizar aquele mesmo Crucifixo num lugar de honra. Ele se torna o ponto de referência de suas vidas, e o local de oração da família. O jovem casal crê firmemente que a família nasce da Cruz.

Nos tempos de dificuldade e de desentendimento, os quais surgem em todos os relacionamentos humanos em algum momento, não é ao astrólogo, ao advogado ou ao terapeuta de casal a quem eles imediatamente recorrem. Eles se voltam para a Cruz. Eles se ajoelham, choram lágrimas de arrependimento e abrem os seus corações, suplicando pela força de perdoar um ao outro, e implorando pela ajuda do Senhor. Essas práticas piedosas foram aprendidas desde a época da infância.

Aqui as crianças são ensinadas a beijar reverentemente o Crucifixo todos os dias, e a agradecer ao Senhor pelo seu dia antes de irem para a cama. Essas crianças vão dormir sabendo que Jesus as está segurando em Seus braços, e que não há nada a temer. Os seus medos e diferenças, às vezes tão comuns entre irmãos, desaparecem quando beijam Jesus na Cruz. Elas sonham em entronizar um Crucifixo na sua própria casa algum dia.

A família permanece indissoluvelmente unida à Cruz de Cristo. Seria essa simplesmente uma perspectiva mórbida para a vida conjugal e familiar? Ou seria isso um pedaço de sabedoria que poucos em nosso mundo moderno podem compreender?
O Catecismo ensina que o amor deve ser permanente, ou então não é amor verdadeiro. Ele não é um sentimento que vem e que vai, mas um poder de doação que sobrevive até mesmo ao término do sentimento.

No casamento, não podemos depender de nossas forças humanas. Se acharmos que podemos, nós fracassaremos. A tentação invade qualquer casamento, de um jeito ou de outro. No dia do nosso casamento, é difícil imaginar uma situação em que tudo não seja perfeito. Mal sabem os jovens corações que eles estão embarcando numa aventura que atingirá os picos mais elevados e os vales mais profundos. E é justamente nos momentos passados nestes vales que um esforço heróico será exigido do casal para manter-se no rumo. Às vezes, será preciso até que um dos esposos tenha disciplina mental para trazer o outro de volta para o casamento.

Aqueles que estão passando ou que já passaram por essa situação reconhecem a necessidade da graça para perseverar durante a tempestade ou o silêncio. Haverá dias em que tudo parecerá perdido. Mas, então, um momento de verdadeira graça pode renovar o amor e a vitalidade no relacionamento, renovando também o vínculo sacramental. E é nesses tempos de sérias dificuldades que os esposos podem praticar o real sentido daquelas palavras, aparentemente proféticas, que agora estão sendo adicionadas a algumas cerimônias de casamento: “Pode beijar a Cruz”.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Maximilian Kolbe descubre quien domina a los Masones (son los Judíos)

Fray Maximiliano Maria Kolbe no es como la mayoría del mundo se lo imagina: como un cura que se ofreció para salvar la vida de un judío en un "Campo de Concentración", lo cual los herejes modernistas de la Secta del Vaticano II presentan para justificar el Holocuento judío...No, no señores; Fray Maximiliano fue un cura santo (a pesar de que su "beatificación" y su "canonización" son invalidas ya que las realizaron los papas Pablo VI y Juan Pablo II) que lucho contra la masonería y la judería en sus escritos de la "Milicia de la Inmaculada" que el mismo había fundado. En uno de estos famosos escritos Fray Maximiliano nos revela (a nosotros y a los masones) quienes controlan la Masonería, quien dirige su agenda, sus intereses...

En este vídeo lo explica detalladamente


quinta-feira, 5 de maio de 2016

SOBRE A OBEDIÊNCIA AO PAPA - (Excerto da Encíclica Sapientiae Christianae, de Leão XIII)



Tratando-se de determinar os limites da obediência, ninguém creia que basta obedecer à autoridade dos prelados e, principalmente, do Pontífice Romano no que toca aos dogmas, quando não se puder rejeitar com pertinácia sem cometer crime de heresia. Nem tampouco basta admitir com sincera firmeza os ensinamentos que a Igreja, ainda que não estejam definidos com solene declaração, propõe com seu ordinário e universal magistério como revelados por Deus, os quais ordena o Concílio Vaticano ( I ) que sejam cridos com fé católica e divina, além disso, é um dos deveres dos cristãos deixar-se reger e governar pela autoridade e direção dos bispos e, antes de tudo, pela Sé Apostólica. Vê-se facilmente a razoabilidade desta conveniência, pois o contido na divina revelação, uma parte se refere a Deus e a outra ao mesmo homem e as coisas necessárias para alcançar a sua salvação. Pois bem, nestas duas ordens de coisas, isto é, quanto ao que se deve crer e ao que se deve fazer, prescreve a Igreja por direito divino, e, na Igreja, o Sumo Pontífice. E a este, por virtude de sua autoridade, compete julgar as coisas contidas nos ensinamentos divinos, e que doutrinas concordam com eles e quais deles se afastam; e, do mesmo modo, assinalar as coisas boas e as más: o que se deve fazer ou deixar de fazer para conseguir a salvação eterna, pois de outro modo não seria o Papa intérprete infalível dos ensinamentos de Deus nem guia no caminho da vida humana.

(Excerto da Encíclica Sapientiae Christianae, de Leão XIII)

Fonte:
http://diario-de-um-catolico.blogspot.com.br/

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Vídeo da Catequese e fotos da Santa Missa de Santa Catarina de Sena, em Betim/MG.

Catequese com o Pe. Cardozo após a S. Missa do dia 30 de abril 2.016, dia de Santa Catarina de Sena. na Missão Sagrada Família em Betim/MG-Brasil. Estamos tentando recuperar o sermão onde o padre tratou das 5 razões porque não seguimos a D. Williamson.


Nesta catequese o padre tratará de:

* Adoração ao SS. Sacramento;

* Viagem ao México;

* Maria Valtorta e o Mosteiro da Santa Cruz/RJ-Brasil;

* Padres saídos da USML;

* “O tempo das estruturas já se foram”?

* “Milagres fora da Igreja”?

* Recomendações de autores não-católicos, por D. Williamson;

* Retratações de Dom Antônio de Castro Mayer e de Dom Lefebvre;
       * Ir a Roma?
























Fonte:http://missaosagradafamilia.blogspot.com.br

terça-feira, 3 de maio de 2016

Plano maçônico para a destruição da Santa Missa.


A destruição da Santa Missa
O plano maçônico para a destruição da Santa Missa em 33 pontos
1 – Retirar de uma vez por todas São Miguel, protetor da Igreja católica, de todas as orações dentro e fora da Santa Missa. Retirar os estatutos, afirmando que eles desviam da adoração de Cristo.
2 – Retirar os exercícios penitenciais da quaresma, como a abstinência de carne na sexta-feira e também o jejum; impedir qualquer ato de abnegação. Em seu lugar devem ser favorecidos os atos de alegria, de felicidade e de amor pelo próximo. Digam: “Cristo já mereceu o Paraíso por nós“.
Digam a todos que eles devem se preocupar seriamente com sua saúde. Encorajem o consumo de carne, sobretudo de carne de porco. 
3 – Encarreguem os pastores protestantes de reexaminar a Santa Missa e dessacralizá-la. Semeiem dúvidas sobre a Presença Real de Jesus Cristo na Eucaristia e confirmem que a Eucaristia – em melhor união de pensamento com os protestantes – é somente pão e vinho, entendida como símbolo. 
Disseminem os protestantes nos seminários e escolas. Encorajem o ecumenismo como via rumo à unidade. Acusem aquele que acredita na Presença Real como subversivo e desobediente à Igreja.4 – Proíbam a liturgia latina da Santa Missa, a adoração e os cantos, pois eles comunicam um sentimento de mistério e de deferência. Apresentem-nos como encantamentos. Assim os homens pararão de considerar os padres como pessoas de inteligência superior e de respeitá-los como portadores dos mistérios divinos. 
5 – Encorajem as mulheres a não se cobrirem com véu na igreja. Os cabelos são sensuais. Tomem as mulheres como leitoras e façam com que elas reivindiquem o direito ao sacerdócio. Apresentem a questão como uma ideia democrática.
Fundem um movimento de libertação da mulher. Quem entrar na igreja deve se vestir de qualquer jeito para aí se sentir como em casa. Isso enfraquecerá a importância da Missa.

domingo, 1 de maio de 2016

FESTA DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO



São José Operário
Século I
Padroeiro dos trabalhadores


É só traçar um paralelo entre a vida cheia de sacrifícios de são José, que trabalhou a vida toda para ver Nosso Senhor Jesus Cristo, dar a vida pela humanidade, e a luta dos trabalhadores do mundo todo, pleiteando respeito a seus direitos mínimos, para entender os motivos que levaram o papa Pio XII a instituir a festa de "São José Trabalhador", em 1955, na mesma data em que se comemora o dia do trabalho em quase todo o planeta.
 
São José é o modelo ideal do operário. Sustentou sua família durante toda a vida com o trabalho de suas próprias mãos, cumpriu sempre seus deveres para com a comunidade, ensinou ao Filho de Deus a profissão de carpinteiro e, dessa maneira suada e laboriosa, permitiu que as profecias se cumprissem e seu povo fosse salvo, assim como toda a humanidade.
 
Proclamando São José protetor dos trabalhadores, a Igreja quis demonstrar que está ao lado deles, os mais oprimidos, dando-lhes como patrono o mais exemplar dos seres humanos, aquele que aceitou ser o pai adotivo de Deus feito homem, mesmo sabendo o que poderia acontecer à sua família.

José lutou pelos direitos da vida do ser humano e, agora, coloca-se ombro a ombro na luta pelos direitos humanos dos trabalhadores do mundo, por meio dos membros da Igreja que aumentam as fileiras dos que defendem os operários e seu direito a uma vida digna.


 
São José, que na Bíblia é reconhecido como um homem justo, é quem revela com sua vida que o Deus que trabalha sem cessar na santificação de Suas obras, é o mais desejoso de trabalhos santificados: “Seja qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa… O Senhor é Cristo” (Col 3,23-24).