quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A Verdadeira História dos santos Cosme e Damião e o paganismo brasileiro

Os gêmeos árabes Cosme e Damião eram filhos de uma nobre família de cristãos. Nasceram por volta do ano 260 d.C., na região da Arábia e viveram na Ásia Menor, no Oriente. Desde muito jovens, ambos manifestaram um enorme talento para a medicina, profissão a qual se dedicaram após estudarem e diplomarem-se na Síria.

Tornaram-se profissionais muito competentes e dignos, e foram trabalhar como médicos e missionários na Egéia.

Amavam a Cristo com todo o fervor de suas almas, e decidiram atrair pessoas ao Senhor através de seu serviço. Por isso, não cobravam pelas consultas e atendimentos que prestavam, e por esse motivo eram chamados de "anárgiros", ou seja, “aqueles que são inimigos do dinheiro / que não são comprados por dinheiro". A riqueza que almejavam era fazer de sua arte médica também o seu apostolado, para a conversão dos perdidos, o que, a cada dia, conseguiam mais e mais. Seus corações ardiam por ganhar vidas, e nisto se envolveram através da prática da medicina. Inspirados pelo Espírito Santo, usavam a fé aliada aos conhecimentos científicos. Confiando sempre no poder da oração, operaram verdadeiros milagres, pois em Nome de JESUS curaram muitos doentes, vários destes à beira da morte.


Também preocupavam-se em curar animais, pois sabiam que “toda a criação aguarda, com ardente expectativa, pela manifestação da glória de Deus em Seus filhos” (Romanos 8.18:19).

Manifestaram Autoridade do Alto, pregando o Evangelho com sinais e prodígios. Sua linguagem e sua pregação “não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria, mas em demonstração do Espírito de Poder” (ICo 2.4). Desta forma, conseguiram plantar a semente da salvação em muitos corações, colhendo inúmeras conversões a JESUS. Cosme e Damião possuíam uma revelação clara do chamado que tinham como ministros do Evangelho, chamado que cumpriam no cotidiano da rotina profissional, ministrando Cristo através de seu trabalho.

Porém, as atividades cristãs dos médicos gêmeos chamaram a atenção das autoridades locais da época, quando o Imperador romano Diocleciano autorizou a perseguição aos cristãos, por volta do ano 300. Diocleciano odiava os cristãos porque eles eram fiéis a Jesus Cristo e não adoravam ídolos e esculturas consideradas sagradas pelo Império Romano.

Por pregarem o cristianismo, Cosme e Damião foram presos, levados a tribunal e acusados de se entregarem à prática de feitiçarias e de usar meios diabólicos para disfarçar as curas que realizavam. Ao serem questionados quanto as suas atividades, eles responderam: "Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo, pela força do Seu poder".

Eles conheceram os princípios da fé cristã quando ainda eram crianças, e por isso recusaram-se a adorar os deuses pagãos, apesar das ameaças de serem duramente castigados. Ante o governador Lísias, ousaram declarar que aqueles falsos deuses não tinham poder algum sobre eles, e que só adorariam o Deus Único, Criador do Céu e da Terra. Mantiveram a Palavra do testemunho de Cristo, impressionando a todos por seu Amor e sua entrega a JESUS.

Não renunciaram aos princípios de Deus, e sofreram terríveis torturas por isso. Mas mesmo torturados, não abalaram sua convicção e jamais negaram a fé. Em 303, o Imperador decretou que fossem condenados à morte na Egéia. Os dois irmãos foram colocados no paredão para que quatro soldados os atravessassem com setas, mas eles resistiram às pedradas e flechadas. Os militares foram obrigados a recorrer à espada para a decapitação, honra reservada só aos cidadãos romanos. E assim, Cosme e Damião foram martirizados. 

Cem anos depois disso, iniciou-se uma terrível idolatria ao seus restos mortais e às imagens que foram esculpidas em sua homenagem. Dois séculos após sua morte, por volta do ano 530, o Imperador Justiniano ficou gravemente doente e deu ordens para que se construísse, em Constantinopla, uma grandiosa igreja em honra de Cosme e Damião. A fama dos gêmeos também correu no Ocidente, a partir de Roma, por causa da basílica dedicada a eles, construída a pedido do papa Félix IV, entre 526 e 530. A solenidade de consagração da basílica ocorreu num dia 26 de setembro e assim, Cosme e Damião passaram a ser festejados, pela igreja católica, nesta data.

Os nomes de Cosme e Damião são pronunciados inúmeras vezes, todos os dias, no mundo inteiro. Até hoje, os gêmeos são cultuados em toda a Europa, especialmente na Itália, França, Espanha e Portugal. Além disso, são venerados como padroeiros dos médicos e farmacêuticos, e por causa da sua simplicidade e inocência também são invocados como protetores das crianças. Por isso, na festa dedicada a eles, é costume distribuir balas e doces para as crianças.


Aqui no Brasil, a idolatria uniu-se à feitiçaria. A devoção trazida pelos portugueses misturou-se com o culto aos orixás-meninos (Ibejis ou Erês) da tradição africana yorubá. Cosme e Damião, os santos mabaças ou gêmeos, são tão populares quanto Santo Antônio e São João. São amplamente festejados na Bahia e no Rio de Janeiro, onde sua festa ganha a rua e adentra aos barracões de candomblé e terreiros de umbanda, no dia 27 de setembro, quando crianças saem aos bandos, pedindo doces e esmolas em nome dos santos.

Uma característica marcante na Umbanda e no Candomblé, em relação às representações de Cosme e Damião, é que junto aos dois santos católicos aparece uma criancinha vestida igual a eles. Essa criança é chamada de Doúm ou Idowu, que personifica as crianças com idade de até sete (7) anos de idade, sendo ele o protetor das crianças nessa faixa de idade. Na festa da tradições afro, enquanto as crianças se deliciam com a iguaria consagrada, os adultos ficam em volta entoando cânticos (oríns) aos orixás.

Triste é ver a total profanação dos Princípios Eternos pelos quais os gêmeos árabes morreram. Nunca Cosme de Damião deram-se aos ídolos e jamais praticaram magia ou ocultismo, embora tenham sido acusados de fazê-lo. Mas o pecado do homem e a maldade de Satanás, que distorce os padrões do SENHOR, fazem com que o engano se propague por gerações, através dos séculos, tornando o mal uma tradição cultural. Eles foram cristãos fiéis até o fim amaram o SENHOR sem medida e sem restrições manifestaram JESUS em suas vidas diárias e assim, ganharam inúmeras almas ao SENHOR, através do Amor e da Pregação. 

É neste testemunho que nós devemos nos inspirar.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A causa do "corpo incorrupto" do Papa João XXIII


DOCUMENTOS ANEXOS SOBRE A CONSERVAÇÃO QUÍMICA DO CORPO DE JOÃO XXIII

POR QUE O CORPO DO PAPA JOÃO XXIII CONSERVA-SE INTACTO 38 ANOS APÓS A SUA MORTE?

Cidade do Vaticano, 03 jun (RV) - Se o corpo do Papa João XXIII permanece incorrupto 38 anos depois de sua morte, não se trata de um milagre, nem tampouco obra de uma embalsamação bem feita(Sic!). Que não se trate de um milagre, foi o próprio Arcipreste da Basílica Vaticana, Cardeal Virgilio Noè, a confirmá-lo, ao anunciar o rito de trasladação dos restos mortais do Pontífice e sua exposição aos fiéis.
E a excluir que se trate de embalsamação _ pelo menos no sentido clássico do termo _ foi o Prof. Gennaro Goglia, de 78 anos de idade, numa entrevista concedida ao semanário Família Cristã, em sua edição italiana.
Foi o Prof. Gennaro que, Jona noite de 3 de junho de 1963, recebeu o encargo por parte da Santa Sé, de tratar do corpo do Pontífice falecido. Ele submeteu o corpo do Papa João XXIII a um tratamento à base de formalina, para preservá-lo de uma inevitável decomposição. Mas não se tratou de uma embalsamação.

O médico revelou que naquela noite, colocou em prática, no corpo do falecido Pontífice, um método de conservação estudado em Lausanne, Suíça, juntamente com o Prof. Winkler, uma autoridade nesse campo.
"A técnica _ explica o Prof. Goglia _ consistia na inserção, no corpo, de um líquido especial cuja fórmula eu criei, sem deixar sair nem mesmo uma gota de sangue." Os 10 litros foram preparados no Instituto de Anatomia. Foram colocados num galão de plástico com uma pequena torneira, dotada de um longo tubo com uma agulha na extremidade.
Quando o Prof. Goglia iniciou o tratamento, o rosto do "Papa Bom" ainda continha resíduos do óleo utilizado pelo escultor que modelou sua máscara mortuária. O óleo é utilizado a fim de que o material de modelagem não grude na pele.
"Erguermos o galão sobre o tripé _ explica ainda o Prof. Goglia _ fizemos uma pequena incisão no pulso esquerdo do Papa e inserimos a agulha.Meu medo é que saísse sangue, ou que a pele se rompesse. Eu temia derramar o sangue de um Papa que já então era considerado um santo. Mas tudo correu bem e às 5h00 da manhã de 4 de junho a operação estava concluída.
"O líquido _ acrescenta o médico _ havia preenchido todos os capilares, bloqueando o processo de degeneração. Injetamos o líquido também no abdome do Papa, praticamente destruído pelo câncer, para eliminar todas as bactérias, e assim concluímos o tratamento."
Nos dias sucessivos, o Prof. Goglia retornou ao Vaticano para controlar o estado de conservação do corpo, no curso das diversas trasladações que sofreu. Eis porque, 38 anos depois, os restos mortais do "Papa Bom" cuja santidade já era conhecida ainda em vida, se conservam intactos. (AF)

Fonte:http://www.catolicostradicionais.com.br

domingo, 15 de setembro de 2013

Padre Pio e o Protestantismo



O texto é de Carlos Wolkartt.

*     *     *

Um dos fatos pouco conhecido relacionado ao Padre Pio é a sua brutal e impiedosa aversão às heresias, em particular ao Protestantismo. Sua repugnância à herança de Lutero era tamanha, que em certa ocasião deixa escapar, comicamente: “Não sabeis que o protestantismo também [1] possui um fundador sobrenatural? Sabeis agora, trata-se de um anjo, e seu nome é Lúcifer”.

É preciso salientar, ademais, que Padre Pio vivia em um convento, e não tinha contato pleno com o mundo externo, e sua ira contra o Protestantismo certamente era movida de alguma forma pela sua misticidade. Isso fica bem claro quando ele diz: “É a Virgem quem chora porque não combatemos este inimigo [o protestantismo]”.

O santo estigmatizado ainda faz duas simples e contundentes analogias – Padre Pio era excelente em fazer comparações – para advertir contra o perigo do Protestantismo:

“O protestantismo é como uma nuvem negra que rapidamente cobre todo o brilho do sol. Sabeis, pois, que uma nuvem não é mais grandiosa que o sol, e que ela não o cobre para sempre. A nuvem passa pelo sol, assim como o protestantismo passará perante a Igreja, sem lhe causar dano algum, pois o que não provém do céu jamais poderá vencer o próprio céu.” [2].

“Olhe para o Protestantismo como um grande hospital, onde os médicos não são verdadeiros médicos, e os remédios não fazem efeito porque não possuem a substância correta. Verás, pois, que se um moribundo adentrar nesse hospital suplicando que lhe cure, sequer ouvirá uma solução para sua doença, ou será atendido de forma desleixada, e a morte será o seu único fim. Assim é o protestantismo: há pastores que não são pastores, e há doutrinas que não salvam, por não serem as doutrinas de Cristo. E seu único fim [do protestante] é a morte eterna, se a misericórdia divina não contrapuser a justiça temerosa.”

Por fim, a forma radical com a qual Padre Pio tratava a heresia protestante deve ser tomada como um exemplo para nós que somos filhos da Igreja de Cristo, pois, como o próprio santo disse, “é impossível amar a Igreja e não lutar para destruir [3] esta heresia”.

_______
Notas


[1] Padre Pio usa o “também” porque, antes, referiu-se a Nosso Senhor como fundador da Igreja Católica.

[2] Aqui, Padre Pio também afirma que a Igreja é “o próprio céu”.

[3] No original: annientare [aniquilar].

Acesse o Artigo Original: http://blog.christifidei.com/2012/09/padre-pio-e-o-protestantismo.html#ixzz2eybIS1IJ

sábado, 14 de setembro de 2013

No “Espírito de Aparecida”: discípulos-missionários ou ridículos-salafrários?

Os irreverentes palhaços atuam com padres modernistas

Aconteceu na Basílica do Santuário Nacional de Nossa Senhora de Aparecida, no Brasil, durante a Novena Solene em preparação para a festa de N ª S ª de Aparecida, que é 12 de outubro. 

Esta Basílica é o maior do mundo dedicado à Virgem Maria. O circo bizarro representa a função de entrada da Bíblia Sagrada. 


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

"Sedes Santos"

O coração de Maria e a santidade


Em formas simples, a mensagem de Fátima nos descobre o mistério da graça, da habitação e da presença divina nas almas, que alcança não somente a vida cristã simples e fundamental, mas também os mais elevados graus de contemplação mística.

Não podemos esquecer que a vida espiritual dos videntes forma parte também dessa mensagem e que eles são um exemplo palpável do que se pode aprender como chegar até os mais altas cumes da santidade, abraçando e vivendo plenamente as indicações da Virgem Maria, posto que a fonte da alta vida da graça dos videntes deve ser buscada no Coração de Maria. Umas crianças do campo, sem passar ainda da infância, com uma instrução religiosa elementar, encontram-se repentinamente transformadas em almas com intuições maravilhosas sobre os dogmas da fé e sobre a prática da vida cristã nos seus graus mais altos de heroísmo, o qual não se pode explicar sem uma clara intervenção do sobrenatural.

São três os pontos nos quais podemos resumir a espiritualidade cordimariana segundo os testemunhos dos videntes.

• O Coração de Maria é fonte de santificação e salvação.Jacinta, já próxima de voar ao Céu, encarrega a sua prima: “Dize a todos que Deus concede as suas graças por meio do Imaculado Coração de Maria; que peçam-nas a Ela”. Por sua parte, Francisco disse depois da segunda aparição: “Por que estava Nossa Senhora com um Coração na mão espargindo sobre o mundo essa luz tão grande, que é Deus?”, do qual se deduz que Deus – a luz – se comunicava a eles e ao mundo através do próprio Coração Imaculado.

• A origem última desta eficácia santificadora que emana do Coração de Maria é Deus, que mora no Coração Imaculado; e é Deus, ou seja, a vida divina, o que Ela transmite às almas: “Ao pronunciar estas últimas palavras, abriu pela primeira vez as mãos comunicando-nos uma luz tão intensa, como que reflexo que delas expedia, que, penetrando-nos no peito e no mais íntimo da alma, fazia-nos ver a nós mesmos em Deus, que era essa luz, mais claramente do que nos vemos no melhor dos espelhos”.

Francisco, por sua parte, exclamava: “Esta gente fica tão contente só porque os demais lhes dizem que Nossa Senhora mandou rezar o Rosário... Que seria se soubessem que Ela nos mostrou a Deus no seu Coração Imaculado, nessa luz tão grande...!” Francisco era incapaz de traduzir as suas experiências: “Eu sentia que Deus estava em mim, mas não sabia como”; “O que mais me impressionou e absorveu era Deus, a Santíssima Trindade, nessa luz imensa que nos penetrava no mais íntimo da alma. Depois dizia: estávamos ardendo naquela luz e não nos queimávamos. Como é Deus? Não se pode dizer. Isso sim que ninguém pode dizer”.

• O Coração de Maria é morada e refúgio para a alma, e caminho, em outras palavras, presença e ajuda ao longo da vida espiritual até os cumes mais altos: “O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus”. Lúcia comentaria mais tarde: “Foi ao dizer estas palavras quando abriu as mãos, fazendo penetrar no nosso peito o reflexo que delas expedia. E me parece que, neste dia, este reflexo teve como fim principal infundir em nós um conhecimento e um amor especial ao Imaculado Coração de Maria; assim como nas outras duas vezes o teve em relação com Deus e o mistério da Santíssima Trindade. Desde esse dia, sentimos no coração um amor mais ardente pelo Coração Imaculado de Maria”.

Através desta devoção ao Coração Imaculado de Maria, Francisco e Jacinta, no breve tempo que entre o começo das aparições e sua morte, chegaram a escalar os cumes mais altos e heróicos da perfeição cristã. Deus, poderíamos dizer, os fez santos queimando as etapas. Em particular os sofrimentos da última doença levaram a Francisco e a Jacinta a uma identificação perfeita com Cristo crucificado.

E essa mesma transformação é a que nós devemos pedir, descansando e apoiando-nos no Coração de Maria. Como Jacinta, devemos reparar o Coração de Maria, como Francisco consolá-lo, como Lúcia fazê-lo conhecer e amar.

Fonte:http://escravasdemaria.blogspot.com.br

domingo, 8 de setembro de 2013

ABERRAÇÕES pós-conciliares



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O brasileiro padre José Antonio da Silva Coelho é o DJ de "cristoteca" da JMJ no Rio de Janeiro .

De jeans e tênis o padre formou um círculo com seus acólitos Djs  e todos de mãos dadas rezando. Depois de uma oração do Senhor emocional, cada um toma o seu lugar,  o sacerdote coloca os fones de ouvido e o padre vai para o seu  altar como DJ Zeton, e embala  a noite eletrônica .

"Estamos abrindo um novo espaço dentro da Igreja Católica e usando a música para trazer a marginalização da juventude", diz o padre de 42 anos, que é um filósofo, teólogo e DJ desde os 13 anos. A vida religiosa veio muito mais tarde, sete anos atrás, quando ele percebeu que o jukebox e o sacerdócio poderia ser compatível . 

 Zeton  começou em 1999 nas paróquias e  agora celebrando raves que podem durar 24 horas. 


Nota:

As danças modernas são perigosos por si só. Eles carregam em si o germe da desordem e do perigo e do pecado . A teologia não pode admitir em princípio.A Teologia tem a rejeitar a imoralidade e deve envolver até que provem  o contrário.

"Eles são desonestos e, portanto, ilegal para todas as danças , permitindo que aja contatos, e a música que o acompanha, geralmente despertam a sensualidade. Além disso, a pessoa que sabe por experiência que certas danças, as tentações e os movimentos fará mal, você tem que evitá-los. "

Fonte:
http://wwwapostoladoeucaristico.blogspot.com.br

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

AS 10 MÚSICAS QUE NUNCA DEVERIAM SER CANTADAS EM UMA MISSA



1.Glória a Deus

Glória a Deus, glória a Deus, glória ao Pai. (2x)
A Ele seja a glória (2x)
Aleluia, amém.

Eu queria entender o porquê do medo que os padres têm de falar claramente: “não existe letra alternativa ao ‘Gloria in excelsis Deo et in terra pax hominubus[...]‘”. Coloco em latim para que não haja dúvidas. Existe uma oração para o Glória incluído na categoria de partes fixas da missa, o Ordinário. As partes do ordinário, como já vimos, não podem ser modificadas de forma alguma. Eu vou ser muito sincero com vocês, a única atitude liturgicamente correta quando uma banda me chega com um glória “pirata”, ou seja, desautorizado, para cantar na missa é dizer, “rezemos a oração do glória”, antes de começarem os instrumentos. Não há de se fazer concessões. Por isso a importância de o padre saber antecipadamente tudo o que se vai cantar na missa. Vocês já acompanharam a escolha de um setlist para show? Nas paróquias comumente se diz: “já cantamos esse glória semana passada. Acho melhor esse para dar uma variada…”. Não se pode escolher o Glória como se escolhe o setlist de um show. A menos que se mude UNICAMENTE a melodia, é terminantemente proibido mudar a letra.

2.Em nome do Pai

Em nome do Pai, em nome do Filho[...]
Para louvar e agradecer, bendizer e adorar,
te aclamar…

Aqui há dois problemas: o primeiro é que o Sinal da Cruz NÃO é rezado por todos os fiéis. O Missal Romano esclarece: “O sacerdote diz: Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. O povo responde: Amém”. O segundo também pode ser esclarecido pelo missal: não está previsto nenhum “para louvar e agradecer, etc”. Infelizmente (eu diria felizmente) não temos (padres, leigos, religiosos e nem mesmo bispos individualmente) poder para alterar a liturgia, que é sinal da universalidade e da unicidade da Igreja. Como diz o papa Bento XVI, “A cada dia deve crescer em nós a convicção de que a liturgia não é um nosso, um meu ‘fazer’, mas é ação de Deus em nós e conosco”.

3. Santo, Santo, Santo, Dizem Todos Os Anjos

Santo, santo, santo, dizem todos os anjos [...]
Céus e terras passarão, mas Sua Palavra não passará
Não, não, não passará

Também existe uma oração específica, incluída na categoria “Ordinário da Missa”. Além disso, essa musiqueta é conhecida por incitar nos fiéis uma certa coreografia na qual os fiéis levantam as mãozinhas para cima, para baixo e fazem o sinal de negativo com o dedinho. Vamos combinar, nada mais inadequado para dizer o mínimo.

4. Faz um milagre em mim

Entra na minha casa
Entra na minha vida
Mexe com minha estrutura
Sara todas as feridas …

Ainda que a música protestante não tenha erro explícito (na letra), muitas vezes a melodia está carregada de personalismo e de sentimentalismo, próprios de certas seitas neopentecostais. Além disso, até onde sei costuma-se cantar essa música durante a Comunhão. Alguém lê alguma referência à Eucaristia nesse canto?

5. Pai-Nosso do Padre Marcelo Rossi

Pai, meu pai do céu, meu pai do céu
Eu quase me esqueci, me esqueci
Que o teu amor vela por mim, vela por mim
Que seja feito assim

Acho que essa é a música mais obviamente inadequada de todos os tempos. A oração do Pai-Nosso é bíblica. Quando foi que Jesus falou em “Eu quase me esqueci, etc”?

6. Senhor que viestes salvar

Senhor, eis aqui o teu povo,
que vem implorar teu perdão;
é grande o nosso pecado,
porém é maior o teu coração.

O Missal Romano prevê três tipos de oração para o Ato Penitencial. a) ou reza ou canta o “Confesso a Deus todo-poderoso…” (confiteor); b) O “Tende compaixão…”; c) o “Senhor, que viestes salvar… tende piedade de nós”. Ou seja, faz parte do Ordinário da Missa também. Muitas vezes se pensa que basta que a letra remeta a arrependimento que pode ser incluída na missa. Mais uma vez vou ser bem claro, estamos numa época de liturgistas desautorizados. Pessoas sem autoridade que querem inovar no rito de Paulo VI como se se houvesse alguma possibilidade de coisas assim ocorrerem. Felizmente muitos fazem isso por ignorância. Eu só tenho pena de sacerdotes que estudam sete anos no mínimo e ainda assim permitem que a liturgia da Igreja seja deformada com gestos sutis de desobediência, como mudar um canto aqui, outro ali.

7.Quero te dar a paz

Quero te dar a paz, do meu Senhor com muito amor (2x)
Na flor vejo manifestar o poder da criação.
Nos seus lábios eu vejo estar o sorriso de um irmão.
Toda vez que te abraço e aperto a sua mão.

Eu nunca vi essa música ser tocada sem incitar palmas, dancinhas, agitação, conversa e barulho. Só por isso deve ser a Anathema Sit dos cantos de missa.

8. Cantar a Beleza da vida

Cantar a beleza da vida, presente do amor sem igual:
Missão do teu povo escolhido, Senhor, vem livrar-nos do mal.
Vem dar-nos teu Filho, Senhor, sustento no Pão e no Vinho.
E a força do Espírito Santo, unindo o teu povo a caminho.

Heresia branca. Primeiro que é difícil entender que “sustento no Pão e no vinho” signifique a transubstanciação. Para mim o trecho em questão significa justamente o contrário, que Cristo está simbolicamente representado no Pão e no Vinho e dessa ligação simbólica/espiritual viria o nosso sustento. Afinal, o sustento vem do pão e do vinho ou da carne (o corpo), da hóstia consagrada, do Pão do Céu? Não sei quem é o compositor, mas caso vocês queiram relativizar e dizer que é apenas uma ambiguidade, fica a critério de cada um.

9. Passeio de Caranguejo

Não vou ficar chorando (buá, buá, buá)
Vendo a vida passar
Vou entoar meu canto
Cantando com os anjos até o sol raiar.

Cansei de escutar essa música no canto final. Essa música numa missa só pode ser fruto da mente de uma pessoa que jura estar num culto protestante. Não tem outra explicação.

10. Reunidos aqui

Reunidos aqui
Só pra louvar ao Senhor,
Novamente aqui,
Em união.

Costumam cantar esta música no canto de entrada. Eu não recomendaria esse canto para a missa porque transmite uma visão reducionista do Culto Sagrado. Antes de estar na missa “só pra louvar”, estamos lá adorar, agradecer, expiar e pedir. Não é festa e não estamos lá “só para louvar”.

domingo, 1 de setembro de 2013

Mártir Jesuíta Mexicano: Beato Miguel Pro, S.J.


          O Padre Miguel Pro, foi um dos Cristeros que resistiu à perseguição anti-cristã no México. Era jesuíta e morreu mártir no México. Morreu como muitos outros mártires mexicanos, gritando: "Viva Cristo Rei".


Leva consigo o crucufixo e o terço.
Reza pelos algozes.
















O pelotão dispara.
Ouve-se ainda as últimas palavras do Padre Pro:
Viva Cristo Rei!


Padre Pro cai, mas não morre.
Um soldado aproxima-se e dá o último tiro.
Morro, mas Deus não morre!

     Conforme a ultrajante legislação da época, não era lícito a um padre o uso da batina em público.

Disfarces do Padre Pro






































~ * ~ * ~
Oração feita pelo Beato Padre Miguel Pro      

Deixe-me viver ao Seu lado, minha Mãe,
para fazer companhia a sua solidão
e a sua profunda dor!

Deixe-me sentir em minha alma
a pranto doloroso de teus olhos
e o abandono de seu coração!

Eu não quero no caminho da minha vida
desfrutar da alegria de Belém, adorando o Menino Jesus,
em seus braços virginais.

Eu não quero desfrutar em sua humilde casa de Nazaré
a presença querida de Jesus Cristo.

Nem quero unir-me ao coro dos anjos
na sua gloriosa Assunção!

Eu quero na minha vida
o desprezo e a zombaria do Calvário;
Eu quero a morte lenta de seu Filho,
o desprezo, a ignomínia, a infâmia da Cruz.

Quero, ó Virgem Dolorosa, estar perto de Ti, em pé,
para fortalecer o meu espírito com suas lágrimas,
consumar o meu sacrifício com o seu martírio,
apoiar o meu coração com a sua solidão,
amar o meu e o vosso Deus com o sacrifício de todo o meu ser.