quinta-feira, 30 de julho de 2015

1ª MISSA DA USML NA CAPELA SÃO JOSÉ EM STO. ANDRÉ, SP

Segue as fotos da primeira missa 26/07 da missão São José, com o Rev. Pe. Ernesto Cardozo na cidade de Santo André, SP. Fotos enviadas pela sra. Natália. A capela contará com atividades semanais como: Santo rosário, catecismo e estudos...










 


Fonte:http://catolicismodesempre.blogspot.com.br/

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Em defesa de Dom Antônio de Castro Mayer

Mons. Antônio de Castro Mayer


EM DEFESA DE D. ANTÔNIO DE CASTRO MAYER
CONTRA OS ATAQUES DE D. FERNANDO RIFAN
Arsenius
Escrevo aqui alguns fatos e algumas considerações que me lembro (lembrança às vezes pouco precisa) ou creio que hajam sido assim.
1) Contra o ataque de que D. Antônio haja dito para os Padres não falarem mal da Missa Nova: tenho uma lembrança de haver ouvido do Pe. José Possidente de ele criticar vários sacerdotes tradicionais da Diocese de Campos pelo fato de estes não haverem preparado os fiéis tempos antes da perseguição de D. Navarro (e, portanto, durante o tempo em que D. Antônio ainda era bispo diocesano, ou seja, o “primeiro D. Antônio”) acerca do mal da Missa Nova, o qual ele, Pe. Possidente, o fazia quando ainda trabalhava nas paróquias. Ora, Pe. Possidente, que era muito próximo de D. Antônio e dócil às suas orientações, não teria dado a dita orientação aos fiéis nem criticaria os sacerdotes que a não fizeram se D. Antônio houvesse dito aos padres de não o fazerem.
2) Contra o ataque de que D. Antônio teria celebrado a Missa versus populum: havia na diocese um padre tradicional, Pe. Edmundo Delgado, que foi nomeado para uma paróquia que, anteriormente a ele, havia sido confiada a um padre progressista, que celebrava a Missa Nova versus populum. O Pe. Delgado teria achado prudente, para não causar revolta no povo, passar a celebrar nessa paróquia a Missa tradicional em português e versus populum. E creio que, se é verdade que D. Antônio também assim celebrou, teria sido na dita paróquia, pelo motivo que o padre o fazia. Não vejo D. Antônio celebrar dessa maneira sem um motivo grave e nunca por achar esse modo normal e sem importância.
3) Contra o ataque de que D. Antônio teria instituído ministros da Eucaristia “tout simplement”: Que eu saiba ele deu uma permissão extraordinária a um cisterciense que vivia como eremita, Fr. João Carlos Cabral Mendonça, de dar a si mesmo a Comunhão em seu eremitério e talvez também no seminário para os seminaristas, onde morou um certo tempo. Outrossim, parece que o fez de modo semelhante para alguns membros da TFP, mas creio que somente para “monges”, que viviam de hábito e em um “mosteiro” e isso em razão da crise da Igreja, pelo fato de eles não terem a Missa tradicional. Então, são casos excepcionais e não manifestam uma aprovação do desvirtuamento que se fez desse “ministério”.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Declarações do Cardeal Stickler sobre a Missa de S. Pio V




Declarações do Cardeal Stickler
prefeito emérito dos Arquivos do Vaticano
sobre a Missa de S. Pio V (revista The Latin Mass, 1995)


"O Papa João Paulo II fez duas perguntas, em 1986, a uma comissão de nove cardeais.


Primeira pergunta: "O Papa Paulo VI ou qualquer outra autoridade competente até o presente momento proibiram legalmente a livre celebração da Missa tridentina?"
"A resposta dada por oito destes cardeais em 1986 foi que não, a Missa de São Pio V jamais foi supressa. Posso afirmá-lo: eu era um destes cardeais. Um somente foi de parecer contrário. Todos os outros estavam a favor de uma livre permissão: que cada qual possa escolher a antiga Missa.


Houve uma outra pergunta muito interessante: Será que um bispo pode impedir qualquer sacerdote que seja, desde que em situação regular, de recomeçar a celebrar a Missa tridentina? Os nove cardeais responderam unanimemente que um bispo não podia impedir um sacerdote católico de celebrar a Missa Tridentina. Nós não temos uma proibição oficial e eu penso que o Papa jamais pronunciaria uma proibição oficial."


O mesmo Cardeal no Congresso de Christi Fideles, Nova York, maio de 1995

"A Missa nova deveria chamar-se "missa da comissão litúrgica pós-conciliar":
"Pela constituição do Vaticano II sobre a liturgia é evidente que a vontade do Concílio e a vontade da comissão litúrgica muitas vezes não coincidem, e até se opõem de maneira clara.
A missa de Paulo VI ... põe antes em evidência o aspecto geral da missa, a saber a Comunhão; o que resulta em transformar o Sacrifício naquilo que é permitido chamar um banquete.
O lugar importante dado às leituras e à pregação na nova missa, a possibilidade mesma deixada ao padre de acrescentar explicações e palavras pessoais é uma reflexão a mais sobre o que é legítimo chamar de uma adaptação à idéia protestante de culto..."


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Carta de Dom Antônio de Castro Mayer ao Papa Paulo VI



Jornal  ONTEM HOJE SEMPRE 
Campos, janeiro-março de 2000


CARTA AO PAPA PAULO VI
Uma das primeiras reações contrárias à Missa Nova de Paulo VI, 12 de setembro de 1969. Carta inédita do Bispo Diocesano de Campos, Dom Antonio de Castro Mayer ao papa Paulo VI, antes da entrada em vigor do novo rito da Missa. Anexas à carta enviava também ao Papa "Considerações sobre o Novus Ordo Missae”.  Este precioso documento foi recentemente encontrado nos arquivos de Dom Antonio.
Campos, 12 de setembro de 1969


Beatíssimo Padre,

Tendo examinado atentamente o “Novus Ordo Missae”, a entrar em vigor no próximo dia 30 de novembro, depois de muito rezar e refletir, julguei de meu dever, como sacerdote e como bispo, apresentar a Vossa Santidade, minha angústia de consciência, e formular, com a piedade e confiança filiais que devo ao Vigário de Jesus Cristo, uma súplica.


O ‘Novus Ordo Missae”, pelas omissões e mutações que introduz no Ordinário da Missa, e por muitas de suas normas gerais que indicam o conceito e a natureza do novo Missal, em pontos essenciais, não exprime, como deveria, a Teologia do Santo Sacrifício da Eucaristia, estabelecida pelo Sacrossanto Concílio de Trento, na sessão XXII. Fato que a simples catequese não consegue contrabalançar. Em anexo, junto as razões que, a meu ver, justificam esta conclusão.

Os motivos de ordem pastoral que, eventualmente, poderiam ser alegados a favor da nova estrutura da Missa, primeiro, não podem chegar ao ponto de deixar no olvido os argumentos de ordem dogmática que militam em sentido contrário; depois, não parecem procedentes. As mudanças que preparam o “Novus Ordo” não contribuíram para aumentar a Fé e a piedade dos fiéis. Pelo contrário, deixaram-nos apreensivos, apreensão que o “Novus Ordo” aumentou; porquanto, abonou a idéia de que nada há de imutável na Santa Igreja, nem mesmo o Sacrossanto Sacrifício da Missa.

Além disso, como saliento nas folhas juntas, o “Novus Ordo” não só não afervora, senão que extenua a fé nas verdades centrais da vida católica, como a presença Real de Jesus na SS. Eucaristia, a realidade do Sacrifício propiciatório, o sacerdócio hierárquico.


Cumpro, assim, um imperioso dever de consciência, suplicando, humilde e respeitosamente, a Vossa Santidade, se digne, por um ato positivo que elimine qualquer dúvida, autorizar-nos a continuar no uso do “Ordo Missae” de S. Pio V, cuja eficácia na dilatação da Santa Igreja, e no afervoramento de sacerdotes e fiéis, é lembrada, com tanta unção, por Vossa Santidade.
Estou certo que a Paterna Benevolência de Vossa Santidade não deixará de afastar as perplexidades que me angustiam o coração de sacerdote e bispo.
Prostrado aos pés de Vossa Santidade, com humilde obediência e filial piedade, imploro a Bênção Apostólica.
a) + Antonio de Castro Mayer
Bispo de Campos (Brasil)

sábado, 25 de julho de 2015

LISTAGEM DE ITENS DA DESTRUIÇÃO DO CATOLICISMO

Linguagem:
- a linguagem dos eclesiásticos tornou-se dúbia, abandonando os termos e fórmulas dogmáticas para adotar linguagem social e humana.
- deixaram de falar em transubstanciação – em comunhão – em missa – em sacrifício da missa e adotaram o termo “eucaristia”.
- as orações passaram a ser feitas no singular, abandonando o plural majestático próprio para as coisas espirituais.
- a palavra “sacramento” passou a designar coisas diversas, como mistérios, ritos não sacramentais, encontros ecumênicos etc.
- Nosso Senhor nunca mais foi chamado claramente de Deus e seu poder passou a ser atribuído a Deus, como se Jesus fosse apenas um homem.
- A Virgem Maria, chamada apenas de Maria, não é mais a Mãe de Deus, mas apenas a mãe de Jesus, bem ao gosto protestante.
- A Igreja já não é mais o Corpo Místico de Cristo, mas o Povo de Deus.
Dogmas:
- A missa deixa de ser a renovação incruenta do Sacrifício da Cruz para ser apenas banquete e refeição
- O sacerdócio deixa de ser participação no poder de Cristo e passa a ser uma função dentro do Povo de Deus.
- Jesus Cristo sendo apenas um homem, é tratado como um companheiro, amigo, mas não como Deus e Salvador.
- Nossa Senhora é vista como uma mulher qualquer, os dogmas marianos são esquecidos, já não se fala mais em sua Imaculada Conceição, sua Maternidade Divina, muito menos na Mediação de todas as graças, que o Concílio não quis nem mesmo abordar
- A Igreja passa a ser uma agremiação como as demais, aberta ao diálogo e ao ecumenismo, tratando as falsas igrejas no mesmo nível. Não é mais considerada como detentora de toda a Verdade. Já não é mais vista como santificadora, tendo por obrigação levar o Evangelho a todos os povos.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

É indispensável desmitificar esse Concílio (Monsenhor Lefebvre)



É indispensável desmitificar esse Concílio que eles desejam pastoral em razão de seu horror instintivo ao dogma, e para facilitar a introdução oficial das ideias liberais dentro de um texto da Igreja. Contudo, operação terminada, dogmatizam o Concílio, comparam-no ao de Nicéia, pretendem-no semelhante aos outros, senão superior!” 
-Mons. Marcel Lefebvre, J’acuse Le Concile!, Matigny (Suiça), Editions Saint-Gabriel, 1976, pag.9.


“...Eu não posso negar que Roma está sob influencia da Maçonaria! Roma está sob influencia dos Maçons! É certo! Vejam : reconciliar os princípios de 1789, os princípios maçônicos ! É isso o que disse o cardeal Ratzinger. Ele não o esconde. O Vaticano II é um esforço para se reconciliar com o 1789. Estais percebendo? É impressionante! ...Então caros amigos, é preciso saber escolher nesta vida, diante dos acontecimentos... É preciso vê-los como são. Não feche seus olhos dizendo: ‘Eu não quero ver isto, é duro demais, é forte demais, é pavoroso, é pavoroso’! Mas se o bom Deus nos coloca diante das circunstancias, o que Ele quer que façamos? Vamos abandonar a fé? Vamos deixar como os outros, à deriva? É preciso aprender sobre a crise da Igreja. Todas essas pessoas não sabem o que é a crise da Igreja... É nossa fé que está em jogo. É uma inversão de valores. Não são mais valores católicos. Isto não é mais cristão, não é mais católico. É maçônico, é verdadeiramente uma revolução no interior da Igreja. Satanás deu seu golpe de mestre! Usou a Igreja para destruir a Igreja! Se serviu das autoridades da Igreja para destruir a Igreja”.
-Monsenhor Lefebvre, Cospec 118-B (20-05-1986)


Fonte:http://associacaosantoatanasio.blogspot.com.br

segunda-feira, 20 de julho de 2015

CONSAGRAÇÃO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA DAS MISSÕES CRISTO REI E REJEIÇÃO DO CONCÍLIO VATICANO II

  O Rev. Padre Cardozo seguirá rezando esta consagração em todas as Missões Cristo Rei.

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CONSAGRAÇÃO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

das Missões Cristo Rei e rejeição do Concílio 
 
Vaticano II


Prostrados aos pés de Vosso Trono de Graça, ó Rainha do Santíssimo Rosário, nos propomos cumprir, enquanto podemos, os pedidos que Vós haveis expressado quando viestes em Fátima.


Os abomináveis pecados do mundo, a iníqua proliferação dos vícios contra a natureza, os ataques à família e à vida humana, em todos os seus estágios, o avanço do Comunismo, as perseguições dirigidas contra a Igreja de Jesus Cristo, a apostasia das Nações e o olvido por parte da maioria dos homens de Vossa Maternidade de Graça destroçam o Vosso Coração doloroso e Imaculado, tão unido em sua Compaixão aos sofrimentos do Sagrado Coração de Vosso divino Filho.

Com o fim de reparar tantos crimes, Vós pedistes o estabelecimento da devoção reparadora ao Vosso Coração Imaculado. Com a finalidade de deter os flagelos de Deus que predissestes, Vós vos constituístes na mensageira do Altíssimo para exigir do Vigário de Jesus Cristo, unido a todos os Bispos do mundo, a consagração da Rússia ao Vosso Coração Imaculado. Desgraçadamente, não levaram, contudo, em conta a Vossa mensagem.

Dignai-Vos, então, ó Mãe de Deus, aceitar, em primeiro lugar, o Ato Solene de Reparação que apresentamos a Vosso Coração Imaculado por todas as ofensas com que Ele, junto com o Sagrado Coração de Jesus, é destroçado por parte dos pecadores e dos ímpios.

Em segundo lugar, no que depender de nós, damos, entregamos e consagramos a Rússia ao Vosso Coração Imaculado.

Consagramos-vos também nossas Missões, em particular a Missão Cristo Rei, seus sacerdotes e os fiéis, para que elas sejam bastiões da Fé, e em tudo busquemos a santidade e o Reino de Cristo.

Seguindo o conselho evangélico de “Pelos seus frutos os conhecereis...” (Mateus 7,16), e com base nos abundantes e nefastos frutos colhidos nos últimos 50 anos, com o objetivo de lhes por fim, no que depender de nós, queremos, de maneira expressa, sem nos atribuirmos uma autoridade que não nos pertence, mas imbuídos de solicitude com o destino da Igreja universal, fazer junto a este ato uma CONDENAÇÃO FORMAL de TODO o Concílio Vaticano II, fonte, origem, alimentos de todo o Modernismo que agora campeia na Igreja, de modo que protestamos, enquanto católicos e na defesa de nossa Fé e das gerações futuras, rechaçar ABSOLUTAMENTE o mencionado concílio pastoral que tanto dano causou às almas e, para evitar a sua propagação, o consideramos cismático, suspeito de heresia e nulo, em razão de seus numerosos erros, e totalmente alheio ao Magistério da Igreja; esperando que seja formalmente condenado como um iníquo conciliábulo, em um tempo não distante, pelas devidas autoridades. Portanto, em nossas Missões resta absolutamente sem valor o tal Concílio, bem como também aquelas obras que dele derivaram, como o NOM, o CDC de 1983, o catecismo moderno (1992), com todos os demais documentos pós-conciliares que contrariam o Magistério e a Tradição da Igreja (*).

Nós, em perpétuo, nos consagramos a Vós, a Vosso Coração Imaculado, Rainha e Mãe nossa, para que todas as Nações, em paz com Deus, e uns com os outros, Vos proclamem Beata e entoem, de um extremo ao outro da terra, o “Magnificat” de glória, de amor e de gratidão ao Coração de Jesus, no qual somente podem encontrar a Verdade, a Vida e a Paz.

Amém.

(*) Cns. 2314,2316, e 2317.
Ipatinga 7-2015


Fonte:
http://associacaosantoatanasio.blogspot.com.br/

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Missão Cristo Rei – 3 anos – Deo Gratias

Hoje a Missão Cristo Rei, pertencente à Resistência Católica (USML) completa 3 anos de muitas batalhas. Publicamos aqui algumas fotos disponibilizadas pelos fieis da Missão em sua página de uma rede social. Rezemos diariamente por esses nobres confrades! Pax!

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Fonte:http://catolicosresistentes.com.br

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Maldito respeito humano


Não há nada, meus irmãos, de mais glorioso e de mais honrável para um cristão do que carregar o nome sublime de filho de Deus, de irmão de Jesus Cristo. Da mesma forma, não há nada de mais infame do que ter vergonha de manifestar isso todas as vezes que surge a ocasião. Não, meus irmãos, não nos admiremos ao ver os hipócritas demonstrarem o quanto podem um exterior de piedade para atrair sobre si a estima e os louvores do homem, enquanto que seus pobres corações são devorados pelo pecado mais infame. Estes cegos gostariam de gozar das honras que estão inseparáveis da virtude, sem ter o trabalho de praticá-las. Além do mais, não nos admiremos ainda menos ao ver bons cristãos esconder o tanto quanto podem suas boas obras aos olhos do mundo, temendo que a glória inútil se insinue em seu coração e que os vãos aplausos dos homens lhes façam perder o mérito e a recompensa delas. Entretanto, meus irmãos, onde encontraremos uma covardia mais criminosa e uma abominação mais detestável que, professando crer em Jesus Cristo..., na primeira ocasião violamos as promessas que lhe fizemos sobre as fontes sagradas do batismo? Ah! infelizmente, o que nos tornamos? Quem é Aquele que renegamos? Aí de mim!, abandonamos nosso Deus, nosso Salvador, para nos dispor entre os escravos do demônio, que nos engana e que busca apenas nossa perda e nossa infelicidade eterna. Ó! maldito respeito humano! Como tu arrastas almas para o inferno!...

[...] Com efeito, em que acabou toda a fúria dos perseguidores da Igreja, dos Neros, dos Maximianos, dos Dioclecianos, e de tantos outros que acreditaram que, pela força de suas armas, eles conseguiriam fazê-la desaparecer da terra. Ocorreu totalmente o contrário, o sangue de tantos mártires serviu, como diz Tertuliano, apenas para fazer florescer a religião mais do que nunca, e seu sangue parecia uma semente que produzia o cêntuplo. Infelizmente! que lhes fizestes esta bela e santa religião para eles a perseguirem tanto, visto que somente ela pode tornar o homem feliz sobre a terra? Infeliz deles! Quantas lágrimas e quantos gritos eles lançam agora nos infernos, aonde eles reconheceram tão claramente que esta religião, contra a qual eles se lançaram, tê-los-ia conduzido ao céu. Entretanto, lamentos inúteis e supérfluos!

Vejam ainda estes outros ímpios que fizeram tudo o que podiam para destruir nossa santa religião por seus escritos, tais como Voltaire, Jean-Jacques Rousseau, Diderot, d'Alembert, Volney e tantos outros, que passaram suas vidas apenas a vomitar por seus escritos tudo o que o demônio podia lhes inspirar. Aí deles! Eles fizeram muito mal, é verdade; eles perderam almas, arrastaram muitas delas com eles para os infernos; mas eles não puderam destruir a religião como eles acreditavam; eles se chocaram contra esta pedra sobra a qual Jesus Cristo edificou sua Igreja e que deverá durar até o fim do mundo. Onde estão agora estes pobres ímpios? Infelizmente!, no inferno, aonde eles choram sua desgraça e a de todos aqueles que eles arrastaram com eles. Não falemos nada ainda, meus irmãos, destes últimos ímpios, que, sem se mostrar abertamente como inimigos da religião, visto que eles praticam ainda alguns pontos exteriores dela, mas que, apesar disso, vocês ouvem de tempos em tempos fazerem pequenas chacotas sobre a virtude ou a piedade daqueles que eles não têm a coragem de imitar. Digam-me, meu amigo, que lhe fez esta religião que você recebeu de seus ancestrais, que a praticaram tão fielmente diante de seus olhos, que lhe disseram tantas vezes que somente ela poderia gerar a felicidade do homem sobre a terra, e que, a abandonando, poderíamos ser somente como desgraçados? E aonde você pensa, meu amigo, que sua pequena impiedade o conduzirá? Infelizmente!, meu amigo, para o inferno, para fazer você chorar tua cegueira.

sábado, 11 de julho de 2015

QUE PENSAR DAS PALAVRAS 'NÃO ESTÁ BEM' DE FRANCISCO, PRESENTEADO COM A CRUZ DA FOICE E MARTELO POR EVO MORALES?








Raphael de la Trinité


Acompanhando-se o vídeo, não é difícil observar que Evo Morales coloca duas medalhas no pescoço do Papa.

A segunda medalha traz em relevo a foice e o martelo, como que circundando o Crucifico onde está o nosso Santíssimo Redentor.


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‘Não está bem!’ — palavras de Francisco, que, não obstante, NÃO RETIROU DO PESCOÇO A CORRENTE COM O CRUCIFIXO GLORIFICANDO A FOICE E MARTELO!

A EMENDA SAIU PIOR DO QUE O SONETO.

A blasfêmia inaudita e o sacrilégio nefando não ficam em nada menores com isso. De certo modo, ainda se tornam mais gritantes.

Isso é matéria de escândalo universal: consagração do comunismo e acinte completo contra Nosso Senhor. Pior, em certo sentido, do que a quase absolvição e glorificação’ do homossexualismo, pois associar Nosso Senhor à foice e ao martelo tem um só significado: identificar o regime antinatural do comunismo com o Divino Redentor.

Será que um simples ‘Não está bem’ terá o condão de velar a infâmia?


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Inconcebível imaginar que o Papa não soubesse disso previamente. Nem em conto de carochinha se poderia elucubração mais bisonha.

Sair-se com um subterfúgio desse quilate seria o mesmo que negar os rudimentos da diplomacia mundial, e a fortiori, vaticana (QUE JÁ FOI CONHECIDA COMO A MELHOR DO MUNDO).

Praticamente tudo quanto o Papa Francisco diz ou faz é assinalado por essa nota fundamental, que induz a supor uma invariável tática de autodemolição’: após uma enormidade inconcebível (por meio de atos, gestos, atitudes, omissões, quando não palavras), vem a público um 'porta-voz' oficial ou oficioso para 'dourar a pílula', mais ou menos nestes termos: 'não foi exatamente isso que o Papa disse ou fez; a imprensa exagerou ou distorce’...”. Ora....

Isso corresponde a uma tática de psy-war muito mais velha do que a Sé de Braga.

Aliás, Mao-tsé-Tung, a propósito dessa estratégia universalmente conhecida (algo que já atravessa mais de um século), exprimiu, como máxima lapidar, a concepção de que o melhor meio de avançar rumo à Revolução completa consiste em agir deste modo: CAMINHAR DOIS PASSOS À FRENTE E DAR UM PASSO ATRÁS. Assim, sempre haverá quem acredite na 'moderação' de quem avança...

As Escrituras já diziam que o número dos tolos é infinito: stultorum infinitus est numerus (Liber Ecclesiastes 1,15)

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ATOS. GESTOS, ATITUDES E OMISSÕES PODEM CARACTERIZAR O HEREGE

No início do Cristianismo, como se distinguiam os verdadeiros católicos (mártires) daqueles que apostatavam da fé? Era por meio de um gesto característico: lançar incenso aos deuses.

Um exemplo mais recente (século XVI. Japão): o imperador pagão indicava um crucifico diante de uma pessoa, que era compelida a escarrar sobre o mesmo. Se assim fizesse, não morreria.

Qual a atitude que os mártires japoneses adotavam diante disso? Ajoelhavam-se e osculavam o crucifixo.

Imediatamente, tinham suas cabeças cortadas. Mártires!

Pode-se indagar o que seria pior: escarrar sobre o Crucificado ou esculpir em torno o emblema da foice e do martelo. — Simbolicamente falando, haveria diferença substancial entre os dois gestos?

Que pensar, então, do gesto de Francisco, ao receber o crucifixo da foice e martelo?

Apesar da insignificante ressalva ('Não está bem'), Francisco NÃO RECUSOU RECEBER O CRUCIFIXO DA FOICE E MARTELO.

Por acaso, a foice e o martelo não são a expressão mais autêntica do comunismo, o pior dos inimigos da Igreja, denunciado por Nossa Senhora em Fátima, ocasião em que a Mãe de Deus anunciou que os erros desse regime ‘intrinsecamente mau’ (Pio XI) se espalhariam pelo mundo, como de fato ocorreu?

O leitor tire as suas conclusões.

Fonte:
http://corecatholica.blogspot.com.br/

terça-feira, 7 de julho de 2015

Papa Pio XII cantando e rezando em Latim (Ouça)



Vere dignum et iustum est, aequum et salutare: Te quidem, Domine, omni tempore, sed in hoc potissimum die gloriosius praedicare, cum Pascha nostrum immolatus est Christus.

Ipse enim verus est Agnus, qui abstulit peccata mundi. Qui mortem nostram moriendo destruxit et vitam resurgendo reparavit.

Et ideo cum Angelis et Archangelis, cum Thronis et Dominationibus, cumque omni militia caelestis exercitus, hymnum gloriae tuae canimus, sine fine dicentes.


Fonte:
http://www.downloadcatolico.com.br/

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Dom Tomás de Aquino: Uma confissão de Menzingen


“O comunicado de Menzingen de 19 de março, ainda que breve, nos ensina um bom número de coisas. Entre outras, encontramos ali uma confissão: que Monsenhor Williamson foi expulso da Fraternidade São Pio X por causa de sua oposição à política acordista de Mons. Fellay.
Até o presente, Menzingen falava de desobediência: Monsenhor Williamson era um indisciplinado, um mau subordinado que não obedece às ordens recebidas. Agora, Menzingen confessa a verdadeira razão: “as vivas críticas” de Mons. Williamson a respeito das relações de Menzingen com Roma. O mesmo para Mons. Faure. Eis aqui sua falha.

affaire da carta dos três bispos a Mons. Fellay e a seus assistentes não foi digerido. Relações com Roma, Mons. Lefebvre bem que as teve, mas com a esperança de que Roma se recuperasse, que desse marcha a ré. De fato, Mons. Lefebvre era quem dirigia as negociações e o fazia com uma certeza invencível, porque seu critério foi a fé de sempre. Inclusive, ao fazê-lo, quase caiu na armadilha de Roma. “Fui demasiado longe”, disse.

Pelo contrário, com Mons. Fellay, as coisas acontecem de maneira completamente diferente. Não é ele quem dirige as negociações. Não é ele quem tem a força de dizer a Roma: “Sou eu, o acusado, quem vos deveria julgar”. Não, Monsenhor Fellay não se apresenta como juiz dos erros de Roma. Apresenta-se mais como um culpado “em situação irregular que deve reintegrar-se ao redil e que sofre porque “sua” Fraternidade não o segue.
Abramos um parêntese. Julgar Roma? Não é este o papel dos superiores e não dos inferiores? Decerto. Mas os superiores já julgaram. SãoQuanta Cura, Pascendi, Quas Primas, etc., que condenam aos papas liberais. É Roma, a Roma eterna, quem julgou à Roma neomodernista e neoprotestante. Monsenhor Fellay parece ter esquecido isto e o faz olvidar com sua “Igreja concreta de hoje em dia”. Fechemos o parêntese.

Monsenhor Williamson bloqueava as negociações de Menzingen. Ele constituía um entrave. Sabíamo-lo bem, mas a casa geral dava outra versão. Agora, ela confessa. São as “vivas críticas” de Mons. Williamson contra sua operação suicídio que foram a causa de sua expulsão. Já era tempo que Menzingen o dissesse. Já o fez agora.

No entanto, Menzingen falseia a questão ao dizer que estas vivas críticas eram sobre “toda relação com as autoridades romanas”. Não. Isto não é verdade. Elas eram sobre a incorporação a Roma, que poria a FSSPX sob o jugo modernista e liberal, pelo qual o demônio trata de chegar ao que Corção chamou “o pecado terminal”: fazer cair os últimos bastiões em uma última e monumental afronta a Deus.
E a isto não poderíamos prestar nosso concurso. O demônio não alcançará seus fins porque Nossa Senhora vela: Ipsa conteret. Eis aqui nossa esperança. Ela não será decepcionada, se nós somos fiéis pela graça de Deus: Fidelis inveniatur.”

Fonte:
http://speminaliumnunquam.blogspot.com.br/