sábado, 30 de abril de 2016

Você sabe quais são os 5 pecados contra o Imaculado Coração de Maria?




Todos os pecados ofendem a Deus.
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M
as além dos pecados que ofendem a Deus, tem os pecados que ofende diretamente o Imaculado Coração de Maria.
São eles:
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1-
 Negar a imaculada conceição da Virgem Maria, mãe de Deus.

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2-
 Negar a virgindade de Maria.

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3-
 Recusar Maria como nossa mãe (‘eis aí a TUA Mãe…’)

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4-
 Infundir no coração das pessoas e especialmente das crianças a indiferença, o desprezo e até o ódio contra Maria Santíssima.

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5-
 Ultrajar suas imagens.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Porque rezar pelas almas do Purgatório?



O purgatório é um lugar de sofrimentos em que as almas se purificam, solvendo suas dívidas, antes de serem admitidas no céu, onde só entrará quem for puro. Sua existência se baseia no testemunho da Sagrada Escritura e da Tradição. Vários Concílios o definiram como dogma; Santos Padres e Doutores da Igreja o atestam a uma voz. Há uma prisão da qual não se sairá senão quando tiver pago o último centavo. (Mal. 18).

A Igreja, querendo que não nos esqueçamos das almas, consagrou um dia inteiro todos os anos à oração pelos finados. Determinou que em todas as missas houvesse uma recomendação e um momento especial pelos mortos. Ela aprova, sustenta e estimula a caridade pelos falecidos.

Como são esquecidos os mortos! Exclamava Santo Agostinho! E no entanto acrescenta S. Francisco de Sales, em vida eles nos amavam tanto. Nos funerais: lágrimas, soluços, flores. Depois, um túmulo e o esquecimento. Morreu... acabou-se!

Se cremos na vida eterna, cremos no purgatório. E se cremos no purgatório, oremos pelos mortos. O purgatório é terrível e bem longo para algumas almas, por isso devemos rezar muito pelas almas, socorrendo as almas, praticando a caridade em toda sua extensão. A devoção as almas do purgatório diz São Francisco de Sales encerra todas as obras de misericórdia, cuja prática, elevada ao sobrenatural nos há de merecer o céu.

 A Santa Missa é o sacrifício de expiação por excelência. É a renovação do calvário, que salvou o gênero humano. A cada Missa, diz São Jerônimo, saem muitas almas do purgatório. Depois da Missa...

A Comunhão. A Eucaristia é um Sacramento de descanso e paz para os defuntos, diz Santo Ambrósio. E o mesmo afirmam São Cirilo e São João Crisóstomo. Procuremos fazer boas comunhões lembrando-nos que quanto melhor as fizermos tanto mais aliviaremos os mortos. O Papa Paulo V estimulou a prática das comunhões pelas almas padecentes. Temos também as indulgências que entregamos a Deus para solver as dívidas das almas.Recitemos pequenas jaculatórias indulgenciadas. É tão fácil repeti-las em toda hora.

É uma mina de ouro que está a nossa disposição. Nossas orações são um meio de ajudar a salvar almas do purgatório.

São João Damasceno diz que há muito testemunho encontrado na vida dos Santos que provou claramente as vantagens da oração que se fazem pelos defuntos. Nossos sofrimentos junto a prece tem uma eficácia extraordinária para obter de Deus todas as graças. Aliviemos as almas do purgatório', com tudo que nos mortifica. A Via Sacra é uma prática das mais ricas de piedade. O Rosário é a rainha das devoções indulgenciadas.

Santa Gertrudes afirmava que uma palavra dita do fundo do coração e animada de sólida devoção tem mais eficácia que grande número de orações, feitas com pouco fervor.
Mais uma forma de ajudar as almas é dar esmola ao pobre em sufrágio das almas benditas. As lágrimas que vossas esmolas enxugarem, o alívio que tiverdes dado aos que padecem fome, sede e frio, serão o alívio no purgatório para as almas sofredoras. É uma dupla caridade, socorrer os pobres por amor das almas. É dar duas vezes. Socorre os vivos e os mortos.

Fonte:http://www.derradeirasgracas.com/

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Citações interessantíssimas!



DISSE RONCALLI no discurso inaugural do Concílio:
“... amanheceu o dia tão ansiosamente esperado...” (p.21)

“No exercício do nosso ministério pastoral ferem nossos ouvidos sugestões de almas, ardorosas sem dúvida no zelo, mas não dotadas de grande sentido de discrição e moderação. Nos tempos atuais, elas não vêem senão prevaricações e ruínas; vão repetindo que a nossa época, em comparação com as passadas foi piorando;...” (p.24)

DISSE RONCALLI:
“Mas parece-nos que devemos discordar desses profetas da desgraça, que anunciam acontecimentos sempre infaustos, como se estivesse iminente o fim do mundo.” (p.24)

DISSE MONS. SIGAUD em carta a Roncalli em 1959:
“Vejo os princípios e o espírito da chamada Revolução penetrarem no Clero e no povo cristão, assim como outrora os princípios, a doutrina, o espírito e amor do paganismo difundiram-se na Sociedade Medieval provocando a pseudo-reforma. Muitos membros do Clero não se deram conta ainda dos erros da Revolução e a ela não sabem se opor. Outros eclesiásticos amam os princípios da Revolução como uma cousa ideal, difundem-nos, colaboram com eles e perseguem os seus adversários, caluniando e colocando obstáculos ao seu apostolado. Muitos pastores se calam. Outros ainda abraçaram os erros e o espírito da Revolução e a favorecem publicamente ou em segredo, como fizeram os bispos da época do Jansenismo. Quem acusa e impugna estes erros é perseguido pelos colegas e definido como “Integrista”. Dos seminários e da própria Cidade Santa retornam seminaristas imbuídos das idéias revolucionárias , definem-se eles como “maritainistas” e são “discípulos de Teilhard de Chardin”, “socialistas católicos”, “evolucionistas”. É raro que um sacerdote que impugna as idéias da Revolução seja elevado à dignidade episcopal; e também é freqüente que isto ocorra a quem as promove.”

DISSE RONCALLI no discurso inaugural:
“No presente momento histórico, a Providência está-nos levando para uma NOVA ORDEM de relações humanas, que, por OBRA DOS HOMENS e o mais das vezes para além do que eles esperam, se dirigem para o CUMPRIMENTO DE DESÍGNIOS SUPERIORES E INESPERADOS.” (p.24)


quarta-feira, 27 de abril de 2016

As sete obras de misericórdia espirituais




As sete obras de misericórdia espirituais:

1. Dar bom conselho aos que pecam.
2. Ensinar os ignorantes (a doutrina católica).
3. Aconselhar os que duvidam.
4. Consolar os tristes.
5. Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo.
6. Perdoar as injúrias por amor de Deus.
7. Rogar a Deus pelos vivos e pelos defuntos.

Fonte:
http://diario-de-um-catolico.blogspot.com.br/

terça-feira, 26 de abril de 2016

A inválida consagração do vinho invalida ou, no mínimo, projeta dúvida sobre a consagração do pão



Apêndice IV in Patrick Henry OMLOR, Questionando a Validade das
Missas que Usam o Novo Cânon com “Por Todos”
 [3.ª ed. ampl., 1969].
(5 de Maio de 1968)
Rev. Pe. Lawrence S. BREY (1927-2006)

1) INTRODUÇÃO. Mesmo se a Consagração do Vinho for inválida em razão de defeito de forma, e portanto a Missa inteira for inválida, sem embargo o sacerdote consagra verdadeiramente o pão numa Missa assim? Ainda que o vinho não venha a ser verdadeiramente consagrado, não teríamos ao menos Hóstias validamente consagradas, o verdadeiro Corpo Eucarístico de Cristo, contanto que a Consagração do Pão seja realizada fazendo uso da matéria e forma apropriadas? E, portanto, nosso povo não poderia ao menos ter a certeza de que recebe o verdadeiro Corpo e Sangue de Jesus na hora da Comunhão, numa Missa dessas?

A resposta a estas questões é um não com reservas, porque não há como ter certeza de que as hóstias são verdadeiramente consagradas; há, no mínimo, dúvida real e prática. De fato, alguns teólogos mantêm com certeza que, sob tais circunstâncias, o pão não é validamente consagrado.

2) NÃO HÁ SACRIFÍCIO SEM AMBAS AS CONSAGRAÇÕES. Em primeiro lugar, o sacramento do Corpo e do Sangue do Senhor nos foi dado única e exclusivamente dentro do contexto do sacrifício do Corpo e do Sangue de Cristo. “Toda vez que o sacrifício é oferecido, a consagração de ambas as espécies é necessária, segundo a Vontade e instituição de Cristo. Pois Cristo, na Última Ceia, consagrando cada uma das (ambas as) espécies, ordenou: ‘fazei isto em memória de Mim’ (Cf. I Cor. 11, 24-25) … (e) a noção mesma de sacrifício … exige a consagração de ambas as espécies.” (De EucharistiaNoldin-Schmitt, S.J., in: SUMMA THEOLOGIAE MORALIS, III. Innsbruck, 1940).

Pois a Consagração renova e celebra o Sacrifício da Cruz na medida em que a consagração de ambas as espécies separadamente produz a separação mística do Corpo e do Sangue de Cristo. “A consagração de ambas as espécies é exigida por Lei Divina para a essência do Sacrifício: sabemos disto pela própria Instituição (proferida) por Cristo, bem como pelo preceito e prática da Igreja, de modo que é necessária para que se tenha uma verdadeira representação do Sacrifício da Cruz.” (Brevior Synopsis Theologiae DogmaticaeTanquerey – Bord, Paris, 1952).

segunda-feira, 25 de abril de 2016

DOM ANTÔNIO DE CASTRO MAYER – 25 ANOS DE FALECIMENTO




DOM ANTÔNIO DE CASTRO MAYER

Dom Antônio de Castro Mayer, filho de João Mayer e de Francisca de Castro Mayer, nasceu aos 20 de junho de 1904, em Campinas, no Estado de São Paulo, Brasil. De família profundamente católica e numerosa (tinha 11 irmãos, dos quais duas religiosas), ainda não atingira a idade de 7 anos quando perdeu o pai, de origem alemã, da aldeia de Stettfeld na Baviera. Referindo-se a este dizia: De meu pai recebi o maior tesouro: a fé.
Com a idade de 12 anos, entra para o Seminário menor de Bom Jesus de Pirapora, dirigido pelos padres Premonstratenses. Em 1922, começa o Seminário Maior em São Paulo, e, por sua inteligência e bons resultados nos estudos, é enviado por Dom Duarte Leopoldo e Silva a Roma para completar seu curso eclesiástico na Universidade Gregoriana. No dia 30 de outubro de 1927, é ordenado sacerdote pelo Cardeal Basílio Pompilij, Vigário Geral de sua Santidade o Papa Pio XI. Pouco depois, recebe na Universidade Gregoriana o grau de doutor em teologia.
De volta ao Brasil, é nomeado professor do Seminário de São Paulo. Durante 13 anos, ensina Filosofia, História da Filosofia e Teologia Dogmática.
Em 1940, o Arcebispo de São Paulo, Dom José Gaspar de Affonseca e Silva, o nomeava assistente geral da Ação Católica, então em fase de organização.
Em 1941, é nomeado cônego catedrático do Cabido Metropolitano de São Paulo, com a dignidade de primeiro Tesoureiro. Pouco depois, torna-se Vigário Geral (1942).
Em 1945, é transferido para o cargo de Vigário Ecônomo da Paróquia de São José do Belém, ao mesmo tempo se ocupa das cátedras de Religião e Doutrina Social Católica, respectivamente na Faculdade Paulista de Direito e no Instituto Sedes Sapientiae, ambas escolas superiores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
A 6 de março de 1948, Sua Santidade o Papa Pio XII eleva Mons. Antônio de Casto Mayer a Bispo titular de Priene e Coadjutor, com direito a sucessão, do Arcebispo-Bispo de Campos, Dom Octaviano Pereira de Albuquerque. No dia 23 de maio do mesmo ano, o Núncio Apostólico do Brasil, Dom Carlo Chiarlo, oficia a cerimônia de sagração, tendo como assistentes: Dom Ernesto de Paulo, Bispo de Piracicaba e Dom Geraldo de Proença Sigaud, Bispo de Jacarezinho, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em São Paulo. Em virtude do falecimento de Dom Octaviano, em 3 de janeiro de 1949, Dom Antônio torna-se Bispo Diocesano dessa importante circunscrição eclesiástica do Estado do Rio.
Além das atividades de seu cargo, Dom Antônio leciona também, primeiro na Faculdade de Filosofia e, depois na Faculdade de Direito de Campos.
Após sua corajosa participação no Concílio, ele volta à sua Diocese onde mantém com firmeza a Tradição até sua demissão forçada, em 1981. Mesmo afastado, diante da implantação do progressismo na Diocese por parte do novo titular, sente-se no dever de apoiar e sustentar os padres que havia formado e une-se a Dom Lefebvre, com quem fará mais de um manifesto de resistência às inovações ou de advertência ao Papa, e sobretudo se fará presente em Ecône como Co-sagrante, nas sagrações de 30 de junho de 1988. Em dezembro deste mesmo ano, realiza uma ordenação sacerdotal, a última, antes de ser constrangido, pela debilitação de suas forças, a prosseguir o combate apenas pela oração e pelo sofrimento.

Suas grandes qualidades de pastor

Dom Antônio de Castro Mayer foi um dos bispos mais conhecidos na atualidade religiosa brasileira e, por isso mesmo, projetou-se além de nossas fronteiras, através de suas Pastorais, Instruções, circulares, traduzidas em vários idiomas. Como homem de governo, distinguiu-se pelo seu labor apostólico e pela sua firmeza. Por outro lado de temperamento afetuoso, de maneiras simples e corteses, sempre esteve disposto a ceder e a tudo conciliar, quando a conciliação não trazia inconveniente a não ser para ele. Caso contrário, seria capaz das mais irredutíveis intransigências, das mais intrépidas deliberações, das mais ousadas atitudes quando estava em jogo, direta ou indiretamente, um princípio doutrinal, uma questão que pudesse trazer prejuízo para o bem espiritual de seu rebanho ou para a honra da Santa Igreja. Homem verdadeiramente apostólico, sabia ser leão na defesa dos direitos de Deus e cordeiro ao sacrificar a cada instante seus mais legítimos interesses pessoais. É isto que explica a admiração e a afeição que ele suscitou em torno de si durante tantos anos de fecunda atividade pastoral.

sábado, 23 de abril de 2016

O Pai Nosso das almas do purgatório



O Pai Nosso das almas do purgatório
 Pedido por Jesus a Santa Mechtilde - século XIII


Um dia em que Santa Mechtilde havia acabado de comungar e oferecer a Deus a Hóstia Preciosíssima, a fim de que Ela servisse para a libertação das almas do Purgatório, com a remissão de seus pecados e a reparação de suas negligências, ouviu o Senhor dizer-lhe:

“Reze por elas um Pai Nosso em união com a intenção que eu tive, ao tirá-lo do Meu Coração, a fim de ensiná-lo aos homens”. 

Ao mesmo tempo, a inspiração Divina desvendou à Santa as intenções (cuja fórmula sucinta está neste folheto).

E quando Santa Mechtilde acabou de rezar o Pai Nosso nessas intenções, ela viu uma grande multidão de almas, rendendo graças a Deus pela sua libertação do Purgatório, numa alegria extrema. A cada vez que a Santa rezava essa oração, via uma legião de almas subindo para o Céu.

Socorramos as pobres almas do Purgatório, que nada podem para si mesmas, a não ser sofrer, esperando pelos nossos sufrágios, rezar por nós e serem gratas.

O PAI NOSSO:

PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU... Eu vo-lo peço, ó Pai Eterno, que perdoeis às almas do Purgatório por não Vos terem amado, nem rendido toda a honra que Vos é devida a Vós, seu Senhor e Pai, que só por pura graça as adotastes como filhas. E elas, no entanto, por causa de seus peca-dos, Vos expulsaram de seu coração onde desejáveis sempre habitar. Em reparação desses pecados por elas cometidos, eu Vos ofereço todo o amor e toda a veneração que o Vosso Filho feito Homem Vos teste-munhou ao longo de toda a Sua vida ter-restre, e eu Vos ofereço todas as ações de penitência e de satisfação pelas quais Ele apagou e expiou os pecados dos homens.

SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME...
 Eu Vos suplico, ó Eterno PAI, que perdoeis às almas do Purgatório, por não terem honrado dignamente o Vosso Santo Nome, por terem-No pronunciado freqüentemente em vão e terem-se torna-do, pela sua vida de pecado, indignas do nome de cristão. Em reparação desses pe-cados por elas cometidos, eu Vos ofereço toda a honra que o Vosso Filho bem-amado rendeu ao Vosso Nome, por Suas palavras e obras, ao longo de toda a Sua vida terrestre.

VENHA A NÓS O VOSSO REINO...
 Eu Vos rogo, ó Eterno PAI, perdoar as almas do Purgatório, por não terem sempre pro-curado nem desejado o Vosso Reino com bastante zelo, este Reino que é o único lugar onde reinam o verdadeiro repouso e a eterna PAZ. Em reparação desta indife-rença em praticar o bem, eu Vos ofereço o Santíssimo desejo com o qual o Vosso Filho desejou que, também elas, fossem as herdeiras do Seu REINO.

SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU... Eu Vos rogo, ó Eterno PAI, que perdoeis às almas do Purgatório por não terem submetido a sua vontade própria à Vossa, nem terem procurado fazer a Vossa Von-tade acima de todas as coisas. Em repara-ção dessa desobediência, eu Vos ofereço a perfeita conformidade do Coração pleno de Amor do Vosso Divino Filho, com a Vossa Santa Vontade, e a submissão que Vos testemunhou, obedecendo-Vos até à morte de cruz.

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE...
 Eu Vos rogo ó Eterno PAI, perdoar às almas do Purgatório por não terem recebido a SAGRADA COMUNHÃO com bastante desejo, por terem-Na freqüentemente recebido sem recolhimento e sem amor, até mesmo in-dignamente, e ainda terem negligenciado em recebê-La. Em reparação de todos es-ses pecados, eu Vos ofereço a iminente Santidade e o grande Recolhimento de Nosso Senhor JESUS CRISTO, assim como o ardente AMOR com que Ele nos fez este incomparável Dom. (Eu Vos rogo ainda por aquelas almas que comungaram sem fé, sem gesto de adoração, não cui-dando das migalhas da Hóstia, com roupas indecentes ou até provocadoras, sem terem se confessado, com pecados mortais. Eu Vos rogo, igualmente, pelas almas dos protestantes que rejeitaram este Augusto Sacramento, e agora o lamentam no meio das chamas. Compadecei-Vos delas, suscitando em mim, em seu lugar, a Fome Eucarística.)

PERDOAI AS NOSSAS DÍVIDAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A NOSSOS DEVEDORES... Eu Vos rogo, ó Eterno Pai, perdoar às almas do Purgatório, de terem se tornado culpa-das, sucumbindo aos pecados mortais e por não terem querido nem amar nem perdoar a seus inimigos. Em reparação desses pe-cados, eu Vos ofereço a oração cheia de amor que, na cruz, o Vosso Divino Filho Vos dirigiu em favor de Seus inimigos.

NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO... Eu Vos rogo, ó Eterno Pai, perdoar as almas do Purgatório, por não terem freqüentemente resistido às tentações e às paixões e seguido o inimigo de todo o Bem, e de terem-se abandonado àsconcupiscências da carne. Em reparação de todos estes pecados em suas múltiplas formas dos quais se tornaram culpadas, eu Vos ofereço a gloriosa Vitória que Nosso Senhor Jesus Cristo obteve sobre o mundo, assim como a Sua Santíssima Vida, Seu trabalho e Suas penas, Seu sofrimento e morte crudelíssima.

MAS LIVRAI-NOS DO MAL
 e de todos os castigos, em virtude dos méritos de Vosso Filho bem-amado, e conduzi-nos, assim como as almas do Purgatório, ao Vosso Reino de Glória que sois Vós mesmo. AMÉM!

quinta-feira, 21 de abril de 2016

ESTOU CONDENADA


Esse livrinho foi para muitos, inclusive para nós, uma graça para conversão. Trata-se de uma senhora condenada para o Inferno, onde ela conta o seu trágico fim.

 
ESTOU CONDENADA



Correio da Rainha da Paz – Editora – 20 págs.

 Nihil Obstat - Sac. Ioannes Roatta SSP - 1/6/1967

Imprimatur de Mons. Lafayette - Vig. Geral - 9/6/1967


 

“Com a declaração de que a religião é questão de sentimento, como sempre se dizia no escritório, atirei ao cesto também esta moção de graça, como todas as outras.


Certa vez, você me chamou a atenção porque em vez de uma genuflexão bem feita, fiz apenas uma desajeitada inclinação, dobrando o joelho. Você pensou que fosse preguiça. Não parecia sequer que você suspeitasse que eu desde aquele tempo, já não acreditava mais na presença de Cristo na Eucaristia.


Agora (que estou no Inferno) acredito, mas só naturalmente, com se acredita em um temporal, do qual decorrem os efeitos. Até então, eu estava instalada, propriamente, em uma religião a meu modo. Sustentava a opinião que entre nós, no escritório, era comum, que a alma após a morte reaparece em um outro ser. E deste modo, continuaria a peregrinar sem fim. Com isto, o angustiante problema do além era posto em seu lugar e ao mesmo tempo se tornava inofensivo para mim.


Por que você não me lembrou a parábola do rico epulão e do pobre Lázaro, em que o narrador, Cristo, manda, imediatamente, um para o Inferno e outro para o Céu? (...)


Pouco a pouco, criei para mim mesma um deus. Bastante afastado de mim, para não ter que manter nenhuma relação com ele. Bastante vago para, conforme a necessidade, sem mudar minha religião, deixar-se assemelhar a um deus panteístico do mundo, ou então, para deixar-se poetizar como um deus solitário. Este deus não tinha nenhum céu para presentear-me e nenhum inferno para castigar-me.  Eu o deixava em paz, e ele também a mim. Nisto consistia minha adoração a ele.


‘A gente acredita, de boa vontade, no que nos agrada’. No correr dos anos, me conservei bastante convicta desta religião. Deste modo, podia-se viver. Somente uma coisa teria quebrado a cabeça: uma longa e profunda dor. E esta  não veio!


Compreendi agora o que significa: ‘Deus castiga aqueles a quem Ele ama!’”

terça-feira, 19 de abril de 2016

A CRISE ECLESIÁSTICA NO FIM DOS TEMPOS

“É certeza que, à medida que o mundo se aproxima do fim, os perversos e os sedutores terão cada vez mais o predomínio.

A Fé mal se encontrará mais na terra, ou seja, ela terá quase completamente desaparecido das instituições deste mundo.

Mesmo os que acreditam quase não ousarão professar suas crenças de modo público e coletivo.

A cisão, a separação, o divórcio das sociedades com Deus, que é dado por São Paulo como sinal do fim próximo (‘nisi venerit discessio primum’), tornar-se-á cada dia mais absoluto.

A Igreja, embora é claro que ainda uma sociedade visível, será cada vez mais reduzida a proporções individuais e domésticas. Ela que, em seus tenros dias, clamou: ‘o lugar é estreito, dai-me espaço para habitar’, verá cada polegada de seu território sob ataque. E finalmente a Igreja na terra padecerá verdadeira derrota: ‘foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los.’ (Apocalipse 13,7)  A insolência do mal estará no ápice.

Agora, nesse extremo, qual será o dever que permanece para todos os verdadeiros cristãos, para todos os homens de fé e coragem?

A resposta é esta: instigados a um vigor sempre maior pela aparente desesperança de seu apuro, eles redobrarão seu ardor na oração, sua energia nas obras e sua coragem no combate, para que cada uma de suas palavras e obras clame em uníssono:

‘Ó Deus, Pai nosso, que estais no Céu,
Santificado seja o Vosso Nome, assim na terra como no Céu,
Venha a nós o Vosso Reino, assim na terra como no Céu,
Seja feita a Vossa Vontade, assim na terra como no Céu, Sicut in coelo…et in terra!’

E eles estarão ainda murmurando estas palavras ao ser a terra tirada de baixo de seus pés. E, assim como no passado, após calamidade comparável, o Senado Romano e todas as fileiras do estado, certa vez, saíram para cumprimentar o derrotado cônsul [Varrão] em seu retorno e para honrá-lo por não desesperar da República (‘quod de re publica non desperasset’), assim também o senado celestial, todos os coros dos Anjos e todas as fileiras dos Bem-Aventurados saem para dar as boas-vindas aos generosos atletas que continuaram o combate até o final, esperando contra a esperança mesma, ‘contra spem in spem’ (Romanos 4,17).”


(Cardeal Pie, 1815-1880).





“Nenhuma violência é feita à liberdade do homem. O divino Espírito permite ao homem experimentar tudo, mas Ele continua a realizar Sua missão. Que haja vacância de quatro anos da Santa Sé, que antipapas surjam, sustentados pelo favor popular em alguns círculos e pela fraqueza em outros; que um longo cisma torne duvidosa a legitimidade de diversos pontífices…o Espírito Santo permitirá que a provação chegue a seu termo, reforçando entrementes a fé, esperança e caridade dos fiéis: eventualmente, no tempo designado, Ele apresentará Seu escolhido, que a Igreja inteira receberá com aclamação.”

(Dom Guéranger, Jesus Cristo, Rei da História).

segunda-feira, 18 de abril de 2016

SÃO JOÃO CRISÓSTOMO PARA OS QUE SE COMPORTAM MAL NA SANTA MISSA: MERECEDORES DE QUE UM RAIO SEJA LANÇADO SOBRE ELES



É desagradável o que eu vou dizer, mas vou dizê-lo, no entanto. Entre toda essa multidão, não há de ser encontrada uma centena com chances de ser salvo; ou melhor, até mesmo estes eu questiono. Pensem: que maldade existe nos jovens, e que indiferença nos idosos!

E não venham me dizer: “Nós somos uma multidão considerável”; esse é o discurso de homens que falam sem pensar ou sentir. Mas, se vós não acreditais em mim, pergunte às nações, aos perseguidores do tempo, em que a conduta dos cristãos era mais rigorosa, e foram eles mais provados. Poucos eram em número, mas eram ricos em virtudes.

Por exemplo, de que vale ter feno em abundância, quando se poderia ter pedras preciosas? O montante não consiste na soma dos números, mas no valor comprovado. Elias foi um: mas o mundo todo não valia tanto quanto ele. Que necessidade tenho eu de uma multidão? Ela é (apenas) mais alimento para o fogo.

Isso também se pode ver na guerra: melhor são dez homens bem treinados e valentes, do que dez mil sem nenhuma experiência. Estes últimos, além de não trabalharem, atrapalham os que trabalham. O mesmo também se pode ver no caso de um navio: melhor são dois marinheiros experientes, do que grande número de inábeis, pois estes afundarão o navio.

Essas coisas eu vos digo para que ninguém admire a Igreja por causa de seus números, mas para que possamos aprender a ser uma multidão realmente digna; para que cada um possa zelar não somente sobre o seu dever, não somente em relação a seus amigos, ou a seus parentes, como sempre digo, ou a seus vizinhos, mas que possa atrair os estrangeiros também.
Por exemplo, a oração está acontecendo; lá se encontram os jovens estupidamente indiferentes, e os velhos também (…); rindo, rindo abertamente, falando a ponto de até mesmo eu ouvir o que está sendo dito, e zombando um do outro (…).

 E lá está você, jovem ou velho: repreenda-os ao vê-los (comportando-se assim). Se não se contiverem, repreenda-os mais severamente: chame o diácono, ameace, faça o que está ao seu alcance.

Você não sabe que está de pé em companhia dos anjos? Com eles você canta, com eles entoa hinos, e você fica rindo? Não é surpreendente que um raio não seja lançado, não somente sobre aqueles (que se comportam assim), mas também sobre todos nós? Para tal comportamento a visita de um raio cairia muito bem.

O Imperador está presente, está revistando a tropa: e, mesmo com Seus olhos sobre você, você fica rindo, ou suporta ver outro rindo? Quanto tempo ainda teremos que continuar censurando, quanto tempo reclamando? Quem ri na hora do Terrível Mistério? Quando vão deixar de dizer trivialidades, de falar no instante da bênção? Não têm vergonha diante dos presentes? Não têm temor a Deus?

Já não basta nossos próprios pensamentos ociosos, já não é suficiente que em nossas orações a mente vagueie de lá para cá… O riso alheio também tem necessidade de interferir, e as rajadas de alegria? É uma diversão teatral o que é feito aqui?

Portanto, eu solenemente protesto contra vocês, os que fazem barulho, e isso será para vocês causa de juízo e condenação. E de hoje em diante, se acaso você ver uma pessoa se comportando de forma desordenada, se acaso ver qualquer pessoa falar, especialmente naquela parte (do Serviço), fale com ela. Interrompa a sua oração e a repreenda, para que você possa fazer o bem a ela e obter bênçãos para si, e assim também todos sejam salvos e alcancem o Reino dos Céus, por meio da graça e bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

(São João Crisóstomo, Excerto da Homilia sobre os Atos dos Apóstolos, 24)

Fonte:
http://diario-de-um-catolico.blogspot.com.br/

domingo, 17 de abril de 2016

Qual das seguintes afirmações é aceitável para você?

Este texto foi traduzido a partir do original em inglês disponível em:
This text has been translated from the original english version availabe at:
http://www.therecusant.com/fake-resistance-statements
Observatório da Falsa Resistência:
Qual das seguintes afirmações é aceitável para você?

As declarações a seguir não estão em nenhuma ordem particular. Cada uma delas é propagada hoje pela falsa neo-resistência. Algumas ligeiras edições foram necessárias a fim de tornar o significado mais claro, mas alterá-lo – leia o texto exato e veja por si mesmo!

· A nova religião pode fortalecer sua fé. (1)

· Participar da Missa Nova pode fortalecer sua fé. (2)

· Faça o que você achar que deve fazer para manter a sua fé, o que pode incluir assistir à missa Novus Ordo. (3)

· Se você assistir a missa do Novus Ordo, você deve ter cuidado, mas você pode encontrar lá a graça de Deus e santificar sua alma. (4)

· Nem todo mundo precisa evitar o missa do Novus Ordo. (5)

· Assistir o Novus Ordo pode fazer mais bem do que mal espiritualmente. (6)

· Nem todos os padres têm de deixar a igreja conciliar ou parar de dizer a missa Novus Ordo (7)

· A missa Novus Ordo nem sempre é contrária à fé, mas muitas vezes é. (8)

· O problema com a missa Novus Ordo é que ela é ambígua. Ela pode ser feita para favorecer a nova religião, mas não necessariamente, pois também pode ser feita de acordo com a antiga religião. (9)

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Arte em Madeira, Ezequiel Arantes

Recomendamos os trabalhos do nosso querido amigo,  Ezequiel Arantes, escultura em madeira,  pedra sabão, especializado em arte sacras e móveis.O MELHOR DA ARTE SACRA, COM MELHOR PREÇO.

Arte em Madeira Ezequiel Arantes 
Cruzília-MG
Email: arantesezequiel@gmail.comTel (whats): (35) 998690770

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Detalhes da urna com as relíquias do Beato Padre Victor construída pelo estimado amigo Ezequiel.

Detalhes da urna com as relíquias do Beato Padre Victor construída pelo estimado amigo Ezequiel.









quarta-feira, 13 de abril de 2016

OBRIGAÇÃO QUE TEMOS DE SOCORRER AS ALMAS DO PURGATÓRIO




Mortuo non prohibeas gratiam — “Não impeças que a liberalidade se estenda aos mortos” (Ecclus. 7, 37).
Sumário. A caridade cristã não só nos aconselha, mas até nos obriga a socorrermos as almas do purgatório; porquanto são nossos próximos e se acham em grandíssima necessidade. Tanto mais que entre elas podem penar também as almas de nossos pais, parentes e amigos; e, não podendo valer-se por si próprias, recomendam-se a nós por socorro. Que crueldade, pois, não nos apressarmos a socorrê-las, ainda que à custa de algum sacrifício!… Receemos ser tratados depois como nós agora tratamos os outros.
A caridade cristã não só nos dá o conselho, mas nos impõe a obrigação de rezarmos pelas almas do purgatório. Sim, porque, conforme ensina Santo Tomás, a caridade estende-se não só aos vivos, senão também a todos os que morreram na amizade de Deus; e, além disso, ela pede que socorramos especialmente aqueles próximos que mais precisem do nosso auxílio. Ora, quem dentre os nossos próximos está em tão grande necessidade de socorro, como essas santas prisioneiras? As infelizes ardem continuamente naquele fogo, que as atormenta muito mais do que qualquer fogo terrestre, e fá-las sofrer juntamente toda a espécie de suplícios cruciantes.
Mais. Em cada uma de suas faculdades padecem penas indizíveis. Aflige-as a vista pavorosa dos pecados, pelos quais amarguraram o seu Deus, a quem tanto amam, e atraíram sobre si mesmas as dores acerbas que estão sofrendo. Aflige-as a lembrança dos grandes benefícios recebidos de Deus, quando estavam na terra; e especialmente a lembrança daquelas misericórdias e graças especiais que lhes podiam adquirir mais merecimentos no paraíso, ao passo que só ganharam mais tormento no purgatório, porque não corresponderam às graças com a devida gratidão. Aflige-as finalmente e sobretudo o estarem longe de seu esposo, isto é, de Deus, sem sequer saberem quando terão a consolação de O irem ver.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

O QUE DIZER DA CREMAÇÃO DOS CORPOS?



Parece que agora está se tornando moda  cremar os mortos. E essa prática está aumentando muito rapidamente devido principalmente às autoridades religiosas que nunca reprovaram e, nem sequer advertiram os fiéis sobre sua malícia, porque temos que saber que queimar os corpos dos fiéis é totalmente contrário à doutrina e às práticas cristãs.
Os argumentos dos “cremacionistas” em favor da incineração, parece ser bastante atraente. A palavra mágica (e tão moderna!) para que todos a engulam consiste em dizer que a cremação é o sistema mais prático. Entre outras coisas, se a compararmos com o enterro tradicional, a incineração é muito mais barata, pois economizamos o “caixão”, a cripta, etc. Além disso, as cinzas podem ser guardadas em casa, em uma caixa de pequeno volume. E no topo de vantagens, esta nova prática é muito mais higiênica do que a lenta decomposição de um cadáver.
Mas os católicos devem saber que não se trata de uma questão puramente prática. Na realidade, a escolha que faz a Igreja do sepultamento contra cremação, tem com base tanto razões teológicas como do sentido comum.
No Antigo Testamento
A prática tradicional do sepultamento, ou seja, enterrar os mortos, é essencialmente judaico-cristã. Já no Antigo Testamento, os judeus eram praticamente os únicos que enterravam os mortos, colocando-os abaixo da terra. Deus tinha pronunciado esta sentença: “Retornarás à terra, pois dela foi retirada”
Na lei de Moisés está escrito com grande precisão que é um dever sagrado o de enterrar os mortos, mesmo aqueles que foram condenados ou inimigos. O sepultamento tornou-se a marca registrada dos judeus. A história de Tobias, a quem louvava a Sagrada Escritura, porque ele fez todo o possível para enterrar os mortos à noite, mesmo arriscando a sua própria vida, nos ensina de uma maneira especial: “Quando oravas tu e tua nora Sara, eu apresentava suas orações diante do Santíssimo. Quando enterravas os mortos, eu também lhe assistia. Quando se levanta sem preguiça e deixavas de comer para ir para enterrá-los, não me ocultava essa boa obra, antes estava contigo “(Tob. 12:. 12f).
Não se fala na Sagrada Escritura de nenhum texto que aprove, nem mesmo por um tempo, a prática da cremação dos mortos

domingo, 10 de abril de 2016

A patifaria ou: O alto custo de uma defesa.



Certos defensores de Dom Williamson estão desesperados. De início, tentaram, a todo custo,  esconder a relação dos “Comentários Eleisons” sobre a nova Missa e o seus milagres com a com a infame conferência do bispo em agosto de 2015 nos Estados Unidos. A razão foi que, sem levar em conta a referida conferência, podia-se  ficar mais  a vontade para tratar do tema sob um ponto vista mais genérico, como uma questão teológica disputada, ignorando fatos – estes sim muito mais teimosos que os supostos “milagritos” – que impunham muita mais precaução na tentativa de blindar  o bispo.
O fato é que a difusão da conferência desarmou a bolha de sabão em que se sustentava toda a suposta disputa teológica. Uns parecerem terem recuado; outros, ao invés, não se cansam na árdua tarefa de defender o indefensável.  E a malícia de tal labor em persistir no atestar contra a verdade conduz inevitavelmente a patifaria intelectual.
Recentemente, o blog. brasildogmadafe publicou um a transcrição de uma conferência de Monsenhor Lefebvre aonde ele fala da prudência pastoral com que os sacerdotes da Tradição devem ter com os diversos casos em que estes se encontram diante de almas que, muitas vezes movidas por devoção a Santa Missa, permanecem assistindo ao novo rito da Missa de Paulo VI.

Resumindo, Monsenhor Lefebvre indica que não podemos condenar essas almas, pois que ainda que a participação num rito blasfemo como esse da Missa do Novus Ordo seja um pecado, há de se considerar, primeiro, o grau de conhecimento que uma boa alma possa ter sobre o tema.  Aqui o trecho que consideramos mais importante:
“Es necesario a veces ir prudentemente para abrirles los ojos, para decirles lo que deben hacer y no siempre ser brutal en la manera de actuar respecto a las almas, las almas son objetos delicados que no podemos maltratar. Nos arriesgamos a hacerle más daño a un alma maltratándola que haciéndole comprender las cosas dulcemente, diciéndole inmediatamente : usted comete un pecado mortal, usted irá al infierno, etc., en lugar de hacerla comprender, explicarle, abrirle los ojos sobre la falta que cometen.”

Oração pela volta gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo



Vinde, Nosso Senhor Jesus Cristo. 

A Humanidade não tem forças para afastar o obstáculo que ela mesma criou tentando impedir Vosso regresso. Enviai Vosso anjo, oh, Senhor!, e fazei com que nossa noite se torne luminosa como o dia.

Quantos corações vos esperam, oh Senhor! Quantas almas se consomem no desejo do dia em que só Vós vivereis e reinareis nos corações!

Vinde, Nosso Senhor Jesus Cristo!

Há numerosos sinais de que a hora de Vosso regresso não está distante.

Oh, Maria! Vós que O vistes ressuscitado, que com a primeira aparição de Jesus vistes suprimida a inenarrável angústia produzida pela noite da Paixão, Maria, a Vós oferecemos as primícias deste dia. A Vós, esposa do Espírito Santo, nosso coração e nossa esperança.

Pio XII – Mensagem Pascal de 1957.

sábado, 9 de abril de 2016

Em defesa do último grande Papa Católico



Não poderíamos aqui deixar passar em branco as questões que giram em torno de Pio XII. Ultimamente, este papa tem sido acusado, principalmente por grupos judaicos e anticristãos, de ter compactuado com as atrocidades de Adolf Hitler. Tal afirmação não procede.

É sabido, por exemplo, que Pio XII tentou enviar 3 mil judeus para o Brasil. Getúlio Vargas, no entanto, fez objeções:

-Exigiu que todos fossem agricultores e convertidos ao catolicismo antes de 1935. A operação tornou-se impossível, o que possibilitou a captura de 150 judeus pelas forças alemãs. Na Itália 90% dos judeus estavam refugiados no Vaticano, em Castelgandolfo e em milhares de Igrejas e Conventos. Vejamos o que nos diz Carlos Veloso de Melo:

1) Pio XII não se calou ante as arbitrariedades, erros e injustiças do nazismo;

2) se não tomou uma atitude mais clara, como uma excomunhão dos nazistas ou uma encíclica condenando o nazismo, foi porque sabia, por experiência diária na condução da Igreja, naqueles conturbados anos, que semelhantes medidas teriam como único efeito exasperar o III Reich e agravar ainda mais a situação de comunidades inteiras que viviam na mais cruel opressão; e além do mais a posição da Santa Sé sobre o nazismo já tinha sido definida por Pio XI na encíclica Mit Brennender Sorge;

3) mais do que com palavras, a Igreja, com a orientação e estímulo de Pio XII, abrigou milhares de Judeus durante a guerra, facilitando sua emigração para outros países;

4) Pio XII jamais escondeu sua simpatia e amor pelo povo alemão, porém jamais externou qualquer sentimento que possa ser interpretado como uma aprovação do nazismo.

(MELO, Carlos Veloso de. Pio XII. Três: São Paulo, 1974, p. 168)